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Mudança.

por FJV, em 22.04.08

Manuel Alberto Valente em nova editora a partir de agora.

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Livros a pedido, ou as estações do ano.

por FJV, em 05.02.08


O Jaime Bulhosa dá conta da sensação «de que as pessoas lêem mais determinados temas de acordo com as estações do ano». Um post que os sociólogos deviam ter em conta.

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Novidades sobre o aquecimento global dos livros.

por FJV, em 05.02.08
Alertado pelo Pedro Figueiredo, e ainda a propósito deste post, chamo a atenção para esta notícia inglesa: «More books are sold on the internet than any other product and the number is increasing», diz o relatório da Nielsen Online. Estes são os países que mais usam a internet para comprar livros:

1. Coreia do Sul - 58%
2. Alemanha - 55%
3. Áustria - 54%
4. Vietname - 54%
5. Brasil - 51%

Ao mesmo tempo, de Madrid, o Luís Pinheiro dá conta de números muito «escuros» acerca dos hábitos de leitura espanhóis: 30% dos madrilenos declara que não pega num livro e 45% dos espanhóis (quase metade da população) declara-se não-leitora. 2,5% dos madrilenos (150.000 pessoas) não tem um único livro em casa, mas cerca de 42% tem entre 100 e 500 livros.

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A pólvora.

por FJV, em 05.02.08
Agradeço que tomem nota (no que se refere à economia do livro) e que voltemos a falar daqui a um ano. Zuzarte Zagalo gosta dos editoriais do DN.

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Pequenas livrarias.

por FJV, em 04.02.08

No The Independent, boas notícias para as pequenas livrarias.

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Livrarias, tops e etc.

por FJV, em 01.01.08
Aproveito o final da manhã para percorrer os sites das livrarias portuguesas e recordo uma conversa antiga com o responsável de uma delas a propósito dos tops. É mesmo verdadeiro esse top? «Mais ou menos.» Ou seja: «Bom, se o livro não está no top também não se vende, não é?» Trata-se de uma coexistência perversa, mas admitida, entre o top verdadeiro e o top fabricado para o pequeno star system livreiro português.
Quando, na década de oitenta, comecei a trabalhar em informação editorial achava graça aos tops da Bookseller inglesa, por exemplo, que distinguia entre novidades e best sellers; por isso era tão normal que entre as novidades o topo fosse ocupado por, digamos, Robert Ludlum ou Anne Rice ou Tom Clancy; e o best seller absoluto fosse o dicionário Oxford.
Ah, estou a dizer que os tops não são fiáveis? Não totalmente, porque «somos gente de fé». Estou a dizer que é estranha a coincidência da dança de vencedores em algumas tabelas de vendas. Por exemplo, não desconfio nada deste; mas há razões para desconfiar do top da Byblos, que no dia da inauguração já tinha, no seu site, um top muito semelhante ao da Fnac, da Bulhosa e da Bertrand.
Como é possível que, nos tops nacionais de vendas não exista nunca uma referência ao Diário de Anne Frank, a Torga, Eça, Pessoa ou Gil Vicente, por exemplo, que os estudantes do 10º, 11º e 12º costumam comprar? Façam as contas. Sobre a nudez forte da verdade – o manto diáfano da fantasia.

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Como vai ser 2008?

por FJV, em 29.12.07


Visto de Inglaterra, segundo o The Guardian, assim vai ser o futuro em romances (também aqui), ciência, história, biografia ou poesia. Recorde também os best-sellers ingleses de 2007.

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Lobo Antunes.

por FJV, em 29.12.07
António Lobo Antunes sobre as mudanças na Dom Quixote (que passou para o grupo Pais do Amaral): «O meu pensamento neste momento é sair da Dom Quixote. [...] Eu sou um autor que precisa de muita atenção. Necessito de garantias sinceras e de palavras sem mentira que me dêem segurança de que a publicação dos meus livros será feita de acordo com o meu desejo e com as necessidades que eles têm.»

Comentários no Blogtailors e no Bibliotecário de Babel.

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