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Venezuela.

por FJV, em 24.11.08

 

Amanhece em Caracas.

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Abrir os braços.

por FJV, em 22.08.08

Jacques Rogge, presidente do Comité Olímpico Internacional, acha que Usain Bolt «deve mostrar respeito pelo esforço dos seus rivais, de acordo com os ideias do espírito olímpico». Haveria muito a dizer sobre o «espírito olímpico» e os jeitos que Rogge fez à China metendo o «espírito olímpico» por baixo do tapete. O jamaicano exorbitou, fez caretas para os segundo e terceiro, que foram desclassificados? Baixou a cabeça, amuado, e escondeu-se do público? Não. O que a notícia transcreve é o gesto de Usain Bolt: «Abriu os braços em direcção ao público, gesto considerado como sendo de gozo para com os adversários». Ora, esse é um gesto de grande respeito pelo público e pela modalidade. O que ele devia fazer era dirigir um manguito a Rogge e não admitir que ele citasse as proezas de Jesse Owens em Berlim precisamente na China. Mas enfim. Ele é só um jamaicano que não sabe preencher os boletins, não é?

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Se calhar. Quem sabe?

por FJV, em 21.08.08

O alemão Tobias Unger acha que o jamaicano Usain Bolt está carregadinho de doping: «Na sua ilha fazem o que querem e não lhes acontece nada...»

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Escrever em quartos de hotel.

por FJV, em 20.08.08

O Rui Bebiano publicou um post sobre quartos de hotel – ou melhor, sobre o que está em desuso nos quartos de hotel. O Rui fala de «papel e envelopes timbrados para escrevermos cartas, e até, como me aconteceu há dias numa cidade do norte, folhas de papel mata-borrão». Acontece que escrevo cada vez menos ao computador e cada vez mais em cadernos e blocos (ou em folhas soltas); e, ao contrário do que o Rui sugere («à excepção de certos dirigentes do CDS, ninguém se sirva já em viagem de canetas de tinta permanente») eu escrevo com canetas de tinta permanente, as três cada vez mais inseparáveis clássicas (Waterman, Pelikan e Parker, nada de Montblanc).

 

 

 

É raro encontrar pessoas que escrevam com tinta permanente (mesmo não sendo «certos dirigentes do CDS...») e que não tenham sucumbido (ou, vá lá, não se tenham adaptado) à regra de escrever tudo no computador. Eu escrevia, sim – mas voltei atrás. Há um prazer raríssimo na caligrafia, no desenho da letra, na própria escolha da cor da tinta permanente (preto, azul ultramarino, azul escuro, sépia), na preparação do acto propriamente dito: o estojo com as canetas, os blocos ou cadernos, o cinzeiro e as recargas ou tinteiro. Curiosamente, foi num desses quartos de hotel que reaprendi a escrever à mão, com maiúsculas e minúsculas, sublinhando, desenhando setas, reenvios.

Um dia dirão que é anti-planeta gastar papel nestas coisas.

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À atenção dos jornalistas «de crime».

por FJV, em 22.06.08

Uma notícia da Macedónia: «Um jornalista macedónio foi preso sob suspeita de ser o assassino de três mulheres, crimes sobre os quais escrevia nos jornais em que trabalhava.»

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Feira do livro.

por FJV, em 16.06.08

Só havia três exemplares. Tu compraste um, eu comprei o outro. Quem é o outro? comprador?

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