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Sr. Ministro.

por FJV, em 17.03.16

Armado da ideia de superioridade moral, construída com a beatificação de Lula, o essencial do seu projeto (e do PT) foi eternizar-se no poder. Se todos os outros são maus e desprezíveis, para quê disputar o poder com regras leais? Só isso explica o fio contínuo de escândalos, o ‘entrismo’ no aparelho de Estado, o aprisionamento da banca e da economia pública para fins partidários (Banco do Brasil, Petrobras, etc.) e a destruição de valor e de decência. Na década passada, o Planalto albergava a maior rede de tráfico de influências e de dinheiro público e privado de que há memória no Brasil – o Estado tinha passado a ser propriedade do PT, da sua mediocridade e dos seus ditadores. A velha oligarquia brasileira (o Brasil tem a maior percentagem de ricos imbecis do mundo) aplaudia, porque podia continuar a fazer os seus negócios pagando uma percentagem gorda. A ideia de Lula evitar o processo judicial fazendo-se ministro é covarde e o corolário de todas as coisas indignas que marcaram a vida brasileira da última década. Não, Lula não é, nunca foi Mandela, como quer o pré-fascista que manda na Venezuela; além de suicida, parece-se mais com Winnie Mandela.

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