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Pátria literária

por FJV, em 13.04.15

Não é definitivo que exista um “escritor nacional” para os portugueses. Mas devia apurar-se. Na Alemanha, o lugar é de Goethe; na Espanha, de Miguel de Cervantes; na Itália, é Dante; em Inglaterra, naturalmente Shakespeare; em França acaba de realizar-se uma sondagem que deu o primeiro lugar a Victor Hugo. Há tempos, uma sondagem europeia deu o topo a Shakespeare e Cervantes. Será Camões o nosso representante? Ou Eça, o romancista por excelência (que disputa o título com Camilo)? Ou Pessoa, que paira como uma sombra por toda a modernidade? E qual é o livro que os portugueses elegem como a sua companhia de cabeceira? Os Maias, um portento? Amor de Perdição, o folhetim? Os Lusíadas, o símbolo? Uma coisa é certa: com tantas reformas curriculares, os nossos clássicos ainda não têm lugar garantido.

 

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