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O inspector Jaime Ramos e a vaidade humana.

por FJV, em 22.02.16

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Vaidade é vaidade. Os muitos nomes do Inspector Jaime Ramos:

Cinco mortos, cinco corpos. Eu, um dia, se for personalidade importante, dessas de dar medalhas, dava uma, de muito mérito, aos livros policiais. Um livro policial português é um artigo de primeira necessidade. Dos simples, desses de autores portugueses que nos anos 1950 inventavam detetives americanos, às histórias do inspetor Ramos, são sempre exercícios de lógica. Essa lógica que nos falta como sossego em Aleppo. Eu, um dia, se empregar pessoas que precisam de julgar (jornalistas, polícias, juízes e analistas políticos), fazia-lhes um exame prévio que era só isto: «Então, diga lá que livros policiais já leu?»

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