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Islamofobia

por FJV, em 18.11.15

Não faltou quem pedisse, nessa longa noite de sexta para sábado, ainda as vítimas não estavam contadas, que não tivéssemos medo e que não cedêssemos à xenofobia e à islamofobia. Sobre o medo: a Europa não será a mesma, salvo nos discursos de políticos que salvam a pele, ou nos que vivem na Gronelândia; sim, temos medo, mas viveremos de pé. Acerca da islamofobia, o seguinte: o jihadismo islâmico espalhou, nas duas últimas semanas, atentados no Sinai, na Turquia e no Líbano, antes de regressar a Paris. Um total de 400 mortos, louvados nas mesquitas salafitas e nas redes radicais e acompanhado de ameaças futuras e passadas. As futuras têm como alvo a nossa vida; as passadas estão no próprio islamismo, a perversão teocrática muçulmana que promete devorar cristãos, judeus, infiéis de toda a espécie, negros e brancos, mulheres sem véu ou a música que os atormenta; é esse o seu programa, escrito e publicado. O primeiro alvo deve ser essa galáxia de pregadores radicais espalhada por todos os países da Europa, de Granada a Finsbury Park; eles reduziram o Corão à espada e ocupam o vazio de onde a Europa se ausentou.

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