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Amelia Earhart.

por FJV, em 18.06.18

Foi na Irlanda que, pela primeira vez, deparei com o nome de Amelia Earhart – perto do local onde ela aterrou, em 1932, concluindo o primeiro voo solitário de uma mulher sobre o Atlântico. O filme Amelia, da indiana Mira Nair, com Hilary Swank, não lhe faz inteira justiça: Amelia Earhart é um dos rostos pioneiros da aviação, um modelo notável de mulher independente e livre (o marido era o proprietário da grande editora Putnam), destemida, ousada, lutadora – e uma inspiração para o feminismo americano. Há exatamente 90 anos (entre 17 e 18 de junho) fez o primeiro voo sobre o Atlântico, com piloto e mecânico, entre a Terra Nova e o País de Gales. Repetiu-o, mas na condição de navegadora solitária, quatro anos depois. Desapareceu dos radares durante um “voo mundial”, em 1937 (a 2 de julho), no Pacífico Sul, e o seu corpo nunca foi encontrado (o que motivou várias teorias da conspiração). Restam as suas viagens, o seu pioneirismo, um livro encantador (The Fun of It) e, já agora, uma canção (entre muitas outras) de Joni Mitchell, “Amelia”. Uma pioneira entre as nuvens.

[Da coluna no CM] 

 

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