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Corín Tellado.

por FJV, em 13.04.09

Adenda ao post anterior:  Eu gostaria de ter conhecido María del Socorro Tellado López mas não saberia por onde começar a conversa – se pelos 400 milhões de livros vendidos, se pelo argumento de ‘Aposta Atrevida’, se pelo desprezo que lhe votavam. Corín Tellado morreu anteontem, mas os seus leitores tinham morrido antes. Ela não fazia apenas parte de um mundo de histórias, enredos românticos, casamentos destroçados e sonhos de subúrbio (com erotismo e ascensão social) – ela era esse mundo. Corín Tellado era uma marota. Trouxe para as suas novelas os sonhos de gente irrisória que, de outro modo, não reconheceria as suas próprias histórias. Nunca bebeu o champanhe das famosas escritoras ‘light’ e a censura franquista proibiu-lhe livros e cortou-lhe muitos capítulos. Vai hoje a enterrar, nas Astúrias.

[No Correio da Manhã.]

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2 comentários

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De LUIS BARATA a 13.04.2009 às 11:48

Confesso que pensava que esta Barbara Cartland ibérica já estava nos prados eternos há algum tempo.
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De patti a 13.04.2009 às 12:03

A nossa Maria dos Anjos, adorava aqueles pequenos livrinhos, cheios de intrigas amorosas, traições e finais felizes. E o meu post de hoje, é para as duas.

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