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Recensão.

por FJV, em 05.02.09

A não perder as notas de leitura de Tomás Vasques, «O 'socialismo' tropical em fim de estação», 1, 2 e 3, por agora. («É a síntese da vida de um homem e de uma «revolução» feita a pensar na posteridade. Nas palavras de Castro não há uma centelha de lucidez política; há apenas dogmas, fé e um total alheamento da realidade cubana e mundial.») Por isso, não se compreendem muito bem algumas  das muitas arengas de Ramonet.

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1 comentário

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De Manuel da Silva Carvalho a 07.02.2009 às 23:43

Mais duas rezinganisses do Sociólogo Galego:

1) "Convém recordar sempre, na hora de julgar a Revolução Cubana, que este grande processo de transformação social desenvolveu-se num ambiente de encurralamento constante por parte da principal potência economico-militar. Potência esta que utilizou toda classe de métodos – abertos e encobertos – para tentar derrotar o processo: atentados, terrorismo, subversão, campanhas de propaganda, inoculação solapada de epidemias, leis anticubanas, etc. Nenhum país do mundo resistiu a 50 anos de agressão norte-americana, excepto Cuba."

2)"O desafio principal que se segue será a relação com Washington. Raúl Castro anunciou publicamente que está disposto a sentar-se à mesa de negociações para discutir com as autoridades norte-americanas o conjunto dos problemas entre os dois países. A incógnita principal é saber se Barack Obama aceitará esse ramo de oliveira oferecido pelo presidente de Cuba e se, finalmente, negociará o fim do embargo comercial da ilha. Saberemos isso no dia 17 de Abril quando, por ocasião da Cúpula das Américas em Porto Espanha (Trinidad y Tobago), o mandatário americano defina a sua nova política para o hemisfério."

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