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O que eu gostaria de ter escrito também.

por FJV, em 06.01.09

Luís Januário: «Para não dar azo a muitas especulações vou sintetizar: quero que Israel ganhe a guerra contra o Hamas, o Hezbollah, o Irão e os fundamentalistas árabes. Que os palestinianos tenham uma pátria. Que em Israel e na Palestina os moderados consigam impor uma negociação.»

Rui Bebiano: «Não parece que devamos ir para a rua gritar indiscriminadamente «a favor do Hamas» ou «contra Israel», sendo apenas «pelos palestinianos» e «contra os judeus». Nem escolher obrigatoriamente a posição contrária, de aplauso de tudo aquilo que o governo israelita resolva fazer, incluindo o bombardeamento metódico de populações civis com as quais os «heróicos combatentes» do Hamas resolveram misturar-se.»

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12 comentários

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De CristinaGS a 06.01.2009 às 16:00

Pois, mas isto é a gente a falar. A gente a falar deste cantodo mundo apenas ameaçado pela recessão económica. Pode-se é traduzir os posts para hebraico e enviar a quem deve lê-los.
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De teofilo m. a 06.01.2009 às 16:39

Eu, por mim, subscrevo.
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De joao a 07.01.2009 às 00:08

Eu subscrevo a primeira - definitivamente, não subscrevo a segunda. E por algumas razões: em primeiro lugar, não há "bombardeamento sistemático "( entenda-se, bombardeamento cego, "carpet bombibng"); em segundo lugar, porque as escolhas dos povos acarretam também a sua responsabilidade; terceiro, porque o que é moralmente exigível a Israel, tem de ser também exigível aos palestinianos ( com Hamas , ou sem Hamas).
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De MSC a 07.01.2009 às 00:25

Também não gostava de ter escrito?

"Certamente os ataques com rockets contra alvos civis em Israel são ilegais. Mas tal ilegalidade não dá lugar a qualquer direito israelita, nem como Potência Ocupante nem como Estado soberano, a violar o direito humanitário internacional e a cometer crimes de guerra contra a humanidade como resposta”

Prof. Richard Falk , Relator Especial das Nações Unidas
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De pol a 07.01.2009 às 02:02

Claro my friend, também eu digo o que foi dito e quero-o como se fosse para mim.

Súr may-ráh va-ah-say-tóv,
Ba-Káysh sha-lom va-rad-fáy-hu
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De AB a 07.01.2009 às 10:04

É verdade, é condenável o ataque a civis por parte do Hamas, mas eu pergunto que direito tem um estado, ups, um estado não, uma criação amreicana apoiada bélicamente pelas sucessivas administrações americanas de indiscriminadamente bombardear um estado consagrado e reconhecido, logo toda a sua população civil. Ou será que me engano e segundo nóticias de ontem a escola apoiada pelas Nações Unidas que foi bombardeada no decorrer do dia causando a morte a 40 crianças é um alvo do Hamas?, não me parece. enfim.
Até sempre!
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De Manuel Pereira da Rosa a 07.01.2009 às 10:50

A verdade, nua e crua, é que toda a população civil de Gaza é alvo do genocídio israelita. Quando cinicamente se acusa os combatentes do Hamas de estarem misturados com a população é inteiramente verdade: estão misturados, como em tempos os combatentes judeus estavam misturados com a população do Ghetto de Varsóvia. Nem têm mais nenhum lugar para onde ir, senão para o meio do povo que tentam defender e que os apoia inteiramente
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De manuel a 07.01.2009 às 19:42

a culpa e do socrates.
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De Mónica a 08.01.2009 às 09:08

assim como o luís o escreve parece tão simples que dá alguma esperança. o que tem sido difícil, ano após ano, é que esses moderados de ambos os lados sejam os que abrem o caminho.

mas não há pachorra para esta vitimização constante dos palestinianos. ambos os povos são vítimas, ok, ok, mas só um deles é governado por fanáticos terroristas.
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De almatepida a 08.01.2009 às 22:45

mas não há pachorra para esta vitimização constante dos palestinianos. ambos os povos são vítimas, ok, ok, mas só um deles é governado por fanáticos terroristas."

E outro legitimado por judeua iaraelitas fanáticos.
Alguém me explica, por exemplo, a justificação para a exitência de colonatos?

De ambos os lados há muito fanatismo e falta de bom senso.


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