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Amos Oz, no «Público». Palavra por palavra.

por FJV, em 31.12.08

Deserto do Negev, Midreshet Ben-Gurion

 

«O mundo árabe irá cerrar fileiras em torno das imagens atrozes que a Al-Jazira irá emitir de Gaza e o tribunal da opinião pública mundial apressar-se-á a acusar Israel de crimes de guerra. Este é o mesmo tribunal da opinião pública que se mantém insensível perante o bombardeamento sistemático das povoações de Israel.»

 

«Vai haver muita pressão sobre Israel pedindo-lhe contenção. Mas não vai haver nenhuma pressão semelhante sobre o Hamas, porque não existe ninguém para os pressionar e porque já não há praticamente nada que possa ser usado para os pressionar. Israel é um país; o Hamas é um gang.»

 

«Os cálculos do Hamas são simples, cínicos e pérfidos: se morrerem israelitas inocentes, isso é bom; se morrerem palestinianos inocentes, é ainda melhor. Israel deve agir sabiamente contra esta posição e não responder irreflectidamente, no calor da acção.»

 

Amos Oz

 

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13 comentários

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De KLATUU O EMBUÇADO a 01.01.2009 às 12:03

Pois, pois. Tanta preclara inteligência a perorar, porque sim e porque não...
Limpem-nos todos, toda essa macacaria do fundamentalismo islâmico. Depois mandem forças da ONU para a Palestina e obriguem os Israelitas e os Palestinianos a formar um só país: são o mesmo povo dividido por duas religiões! Quem são os Palestinianos? senão, maioritariamente, Judeus que se converteram ao Islamismo nos últimos 14 séculos. O sionismo inventou o mito do «retorno a Israel»...
A maioria dos descendentes dos Judeus da antiguidade nunca de lá saiu. Mas manter aquela cretinice de Estado impossível dá muito jeito ao Ocidente...

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