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O sr. inspector Jaime Ramos em Roma.

por FJV, em 05.12.08

 

Este fim-de-semana, lançamento em Roma de Un Cielo Troppo Blu e de Lontano da Manaus, oportunidade para reencontrar Giorgio di Marchis e Lorenzo Ribaldi, bons amigos do inspector Jaime Ramos:

«Jaime Ramos non era autoritario, ma gli piaceva dare ordini e aspettare tranquillamente che le cose si sistemassero da sole. Se c'era una critica da fare a Jaime Ramos era che non si interessava alle cose con applicazione, impegno, coerenza e ovvietà. Spesso gli sembrava che lo infastidisse qualcosa, la pioggia, un omicidio, il sole, l'estate, l'ora di pranzo. Non era mai entrato nei particolari.»

 

Sobre Longe de Manaus, críticas de Giancarlo de Cataldo no L'Unitá e de Marco Peretti no Liberazione, do La Repubblica, e do Il Manifesto.

Sobre Um Céu Demasiado Azul, crítica no Il Messaggero, Jaime Ramos no La Repubblica, no Il Sole24Ore, de Marilia Piccone (Wuz).

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9 comentários

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De Manuel Pereira da Rosa a 07.12.2008 às 10:50

Olá Francisco José
Estou a ouvi-lo no Programa «Um Certo Olhar».
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Olá Francisco José <BR>Estou a ouvi-lo no Programa «Um Certo Olhar». <BR class=incorrect <a name="incorrect">Nietszche</A> </A>diz que «o que se faz por amor, faz-se para além do bem e do mal» Eu acrescento o ódio ao amor. <BR>Se houvessem permanentemente soldados oriundos da civilização muçulmana a passearem-se pela Europa e Estados Unidos a fazerem o que fazem os soldados Europeus e Americanos nessas regiões os terroristas estariam do outro lado. Quando o Francisco José pronuncia a expressão «independentemente das razões» mata toda a sua argumentação. Será capaz o Francisco José de traçar uma linha de fronteira entre a bondade e maldade? Duvido. Na ocupação nazi era a resistência que praticava o terrorismo, porque é a arma possível do mais fraco. Quando conquistam o poder viram Chefes Políticos respeitados. A diferença entre a pedra do David na cabeça do Golias e aviões embatendo em torres gémeas poderá ser apenas quantitativa porque o terrorista era o David e o Golias era o Comandante das forças de ocupação. Estou receptivo à discussão do assunto e que me apontem um único povo que ocupado que não tenha praticado o terrorismo, nem um único império que não o tenho gerado. Deixemos o Viriato descansar em paz. Se agora, em era de globalização, o Império é global o terrorismo será global. <BR class=incorrect <a name="incorrect">Ha</A> </A>pessoas que dizem que deveria ser Natal todos os dias. Já alguém reparou no massacre do Natal e que: <BR>Se todos os dias fosse Natal <BR>Com peru vinho e filhoses <BR>Não haveria hospital <BR>Que chegasse para as tromboses <BR>Diz também Nietszche : «Há tanta arrogância na bondade que até chega a ser maldade.» <BR>Saúde e Boas Festas <BR>Manuel Rosa <BR class=incorrect <a name="incorrect">PS:-Estou</A> a ouvir fala da avaliação dos professores e não resisto a fazer uma pergunta estúpida: <BR>Quais as profissões em Portugal que tem um modelo de avaliação?
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De MCA a 07.12.2008 às 11:35

Eu pecador me confesso. Também não suporto avaliações, mas na minha profissão sou avaliada e tenho responsabilidades colectivas. Sei que poucos o tem nesta país do faz de conta. Mesmo assim prefiro avaliação humana - ainda que possa ser feita por uma besta (acontece) - a avaliações divinas.

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