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Casamento.

por FJV, em 19.09.08

Um deputado social-democrata moderninho diz que a nova lei do divórcio é «uma inovação» no País face à legislação europeia. Pode ser. Mas o espírito das leis é uma coisa – e a aplicação é outra. O legislador (o Parlamento, enfim) devia pensar no assunto em vez de aprovar leis feitas para um mundo ideal onde habitam pessoais ideais e em condições ideais. Nunca é assim. As pessoas concretas, os seus problemas e a maldade habitual acabam por lutar contra as leis para serem mais felizes ou aproveitar-se delas para passarem adiante. Pode ser que eu esteja a ser conservador mas não tenho medo da palavra; simplesmente, basta imaginar divórcios litigiosos concretos (agora exterminados por diploma) para perceber que quem vai sofrer são os mais fracos. Neste caso, as mais fracas.

Da coluna do Correio da Manhã.]

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7 comentários

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De José Luís a 20.09.2008 às 13:18

Já agora vamos a uma tarde Tupperware...
Como pode ir este burgo para a frente?...
Deve estar rica com a AGEL não? Então vá gastar o seu dinheiro e deixe os outros sossegados.

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