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A crise.

por FJV, em 17.09.08

Grande parte da «crise actual do capitalismo» ainda não está a ser sentida pelo cidadão comum, para quem as designações de Merrill Lynch ou Lehman Brothers ou Freddie Mac vêm de um universo que apenas se conhece através da imprensa económica. Mas é esse 'cidadão comum' (eu, o leitor, o seu vizinho) que há-de pagar as favas depois de perceber como se devolve a 'teoria do dominó'. Por um lado, os acontecimentos minam a confiança no sistema financeiro; por outro, mostram que não é possível prolongar artificialmente a existência das corporações (como Merrill Lynch ou Lehman) que se portaram mal ou arriscaram em demasia; não há como evitar-lhes a falência. As leis da vida são cruéis, e convém um mínimo de sensatez na gestão das nossas economias. É essa a lição a retirar, como sempre.

Da coluna do Correio da Manhã.]

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2 comentários

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De Hary Lime a 18.09.2008 às 09:24

Muito bem!

O que me impressiona mais neste momento é a mudança de perpectiva dos ultra-liberais. ainda há 2 ou 3 meses advogavam um estado quase inexistente. Hoje defendem o dever do estado em corrigir erros devidos à incompetencia e ganacia dos privados....
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De separado de fresco a 18.09.2008 às 10:54

Este era um problema que já se adivinhava, todos os anos os bancos tinham que ter resultados 20 a 30% superiores ao ano anterior por isso chegou uma altura em que valia tudo para tornar isso realidade mais grave é que milhares de directores e presidentes receberam prémios milionários por resultados que não existiam.

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