||| Coimbra.
Está certo que a Central de Cervejas já produz a
Sagres Selecção, que é muito boa. O revivalismo também está, aí, nos frigoríficos onde há
Cergal (mazita) ou ate
Clock (mazinha). Mas, de todas as vezes que vou a Coimbra -- como agora aconteceu -- pergunto sempre a mesma coisa: «Então e a
Topázio?» Eu gostava da
Topázio. Bebia
Topázio e levava
Topázio, de Coimbra para onde fosse. A última vez que a bebi (no Ticino, onde nunca mais voltei) não sabia que era a última vez.
Na semana passada, entre gente de Coimbra e em Coimbra, perguntei a certa altura: «Então e a
Topázio?» Esperava essa demonstração de sabedoria e de bons conhecimentos (saudosismo e, vá lá, choraminguice, nunca me convencem), associada a um revirar de olhos que reenviava para um copo de cerveja num Verão distante. Os meus interlocutores variaram. Um diz que não bebe. O outro não conhecia. Eu envelheci.
(Filipe, diz-me que isto não é verdade e que eles nem eram de Coimbra...)