Os magistrados criticaram a escolha de um não-magistrado para a direcção da PJ. Compreende-se a tentação corporativa, mas deve lembrar-se a lista de magistrados que estiveram à frente da polícia – e os resultados fraquinhos. O problema é que todos acham que a PJ deve fazer o «seu trabalho»; o seu, «deles», não o seu, «dela».
[Da coluna do Correio da Manhã.]