Compreendo o destaque para as mulheres... mas olhe que o fado masculino, que tão mal "servido" anda, merecia um "anúncio" especial (afinal é uma boa-nova!) para uma voz de genuína qualidade, como há muito não se ouvia: o António Zambujo. Um assombro de voz. No virtuosismo a que chegou, mas sobretudo no estilo e no alcance, evoca JFerreira Rosa. Mas depois até tem abençodas heresias, como a coragem de fazer deliciosas incursões pela tropicália. Para mim, que odeio fado do tipo Carlos do Carmo ou do género João Braga, e que, confesso, não via Camané com jeitos de (me) preencher esse deserto de referências, foi uma revelação que me deixou "comblée" e quase comovida. Finalmente!!! Não deixe de lhe dar o destaque (se tb. apreciar)!
Quanto à Aldina Duarte é uma das minhas preferid(íssim)as. Para além de ser de uma simpatia desarmante... Depois, acho que no equivalente (mas nos antípodas do estilo) só mesmo a Kátia Guerreiro. O resto é espuma e prémios de circunstância.
Compreendo o destaque para as mulheres... mas olhe que o fado masculino, que tão mal "servido" anda, merecia um "anúncio" especial (afinal é uma boa-nova!) para uma voz de genuína qualidade, como há muito não se ouvia: o António Zambujo. Um assombro de voz. No virtuosismo a que chegou, mas sobretudo no estilo e no alcance, evoca JFerreira Rosa. Mas depois até tem abençodas heresias, como a coragem de fazer deliciosas incursões pela tropicália. Para mim, que odeio fado do tipo Carlos do Carmo ou do género João Braga, e que, confesso, não via Camané com jeitos de (me) preencher esse deserto de referências, foi uma revelação que me deixou "comblée" e quase comovida. Finalmente!!! Não deixe de lhe dar o destaque (se tb. apreciar)!
Quanto à Aldina Duarte é uma das minhas preferid(íssim)as. Para além de ser de uma simpatia desarmante... Depois, acho que no equivalente (mas nos antípodas do estilo) só mesmo a Kátia Guerreiro. O resto é espuma e prémios de circunstância.