Há um rasto de pequena humanidade no gesto do director da ASAE, que fumou uma cigarrilha na noite de 1 de Janeiro, na passagem de ano. A Direcção-Geral de Saúde diz que o acto é ilegal. Eu, por mim, desculpo-o, mas se o director-geral de Saúde se demite por causa disso, enfim, não quero maus exemplos na administração pública.
Claro que os não fumadores têm os seus direitos mas E OS OUTROS? Não se tratasse de um quase fundamentalismo (o fumador agora é visto como uma espécie de assassino poluente), e de uma espécie de formatação do indivíduo num ser mais normalizado; a gente até os compreenderia. No que isto havia de dar.