
Carlos Fiolhais, no
De Rerum Natura, escolhe como pessoa do ano a cientista Mónica Bettencourt Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência, de Oeiras;
vale a pena saber porquê. Mónica Bettencourt Dias investiga «problemas de divisão celular e que, depois de ter regressado do estrangeiro, viu este ano não só mais trabalhos publicados nas melhores revistas (depois da “Nature” foi a “Science” e a “Current Biology”) como também a distinção pública do seu trabalho através de vários prémios. Ela representa uma geração de jovens cientistas que estão a provar que em Portugal se pode fazer ciência de elevada qualidade.»