Vejamos:
não é demolidor. Neste caso, a ASAE não tem culpa – trata-se de uma lei da vida. Que o
país de tascas acabe é uma fatalidade; mas que a aplicação da lei seja cega, surda, muda e imbecil, é outra coisa. Eu preferia deixar «o mercado» actuar em vez de ver os comandos e pelotões da ASAE ir pela província fora encerrar cafezinhos em Figueira de Castelo Rodrigo, Ervedal, Vila do Porto ou Vermoim, a armar em higienistas. Ainda está para se escrever que o futuro pertence à Starbucks.