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por FJV, em 07.09.05
||| Esquecia-me de dizer.
Que nunca julguei possível alguém inteligente escrever um artigo tão pouco inteligente como o de Fernando Rosas no Público de hoje.

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23 comentários

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De C. Indico a 08.09.2005 às 18:50

É isso, C.A.,os "INTELECTUAIS" no afã de serem pensadores superiores tem lapsos hilariantes como este.Bem visto.
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De Carlos Azevedo a 08.09.2005 às 18:41

Apenas 3 apontamentos ao comentário de FJV:
1.º Dizer que a culpa do furação Katrina é de George Bush só pode ser, de facto, resultado de má-fé. Diferente é dizer que a reacção das autoridades não foi a mais correcta e adequada,e é algo que muitos norte-americanos afirmam neste momento.
2.º Quando diz que a pobreza e a miséria nunca foram escondidas, tem também razão. Essa miséria é revelada em séries televisivas, filmes, livros, etc.. Diferente é constatar que nunca foi mostrada com o destaque com que é agora, em grande parte devido à comunicação social cretina e mal-formada que temos, e que é alimentada por um público igualmente cretino e mal-formado.
3.º Afirmar que «ninguém resiste a uma boa cerimónia fúnebre nos EUA» só não merece um riso escarninho porque não é certamente resultado de má-fé. Tal barbaridade só pode resultar do carácter obtuso de quem o diz, o que também se verifica em pessoas inteligentes e sensíveis, como é o seu caso.
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De Francisco J. V. a 08.09.2005 às 17:06

Desculpe, caro João, o meu primarismo. E os outros leitores também, evidentemente. O meu primarismo pode ser curto, em duas linhas -- o que será injusto para a quantidade de linhas escritas por F. R.--, mas diz o essencial: custa-me a entender que uma pessoa inteligente escreva coisas primárias como aquelas, cheias de lugares comuns e repetindo até à exaustão as banalidades de qualquer orador em comício de fim de campanha. Se com o meu primarismo eu posso lidar (chamo-lhe primarismo para contentar o Anonymous...), e mitigá-lo, aquele tipo de argumentação já me é estranho, ainda por cima misturado com a má-fé e o riso escarninho. Hoje, no Público, Pacheco Pereira responde a esse tom que invadiu os «comentadores oficiais» do Katrina. No JN escrevi isto: «Grandes e pequenos comentadores, dirigentes políticos e jornalistas avulsos descobriram recentemente duas coisas: que a culpa do furacão Katrina é do "sr. Bush" e que na América próspera existe pobreza em graus dramáticos. A primeira das conclusões não tem nenhuma má-fé associada, como se sabe – depende apenas da indigência mental e do carácter obtuso dos intervenientes; a segunda é resultado de má-fé, sim – a miséria, o desemprego, a pobreza nunca foram escondidos da América. Inveja, má-formação, cretinice foram servidos em doses substanciais. Ninguém resiste a uma boa cerimónia fúnebre nos EUA.»
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De Anónimo a 08.09.2005 às 14:45

O FR não li. O FJV conheço de muitos e muitos primarismos. Venha o diabo e escolha. O que é sempre secundaríssimo é a concorrência no mercado do bricolage com as sobras da desgraça.
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De Anónimo a 08.09.2005 às 10:46

o texto do Rosas é primário e altamente confuso. tal como JFV, o que muito me surpreende. em relação ao Rosas, já não.
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De Carlos Azevedo a 08.09.2005 às 10:42

Esqueceu-se?! Não se preocupe mais: está perdoado.
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De Mário a 08.09.2005 às 10:35

Aqui está a melhr piada que ouvi nos últimos tempos:

"Importava-se de explicar porque é o artigo de Rosas tão pouco inteligente?"

Mas é preciso explicar alguma coisa? FR brinda-nos constantemente com os seus raciocínios que violam a lógica elementar e estão em contradição com os factos mais evidentes. Talvez fazer isso e as pessoas ainda o lerem é sinal de inteligência...
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De Anónimo a 08.09.2005 às 09:01

mas se quem escreveu foi o Rosas...
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De HFR a 08.09.2005 às 00:09

Acho que o problema não está na inteligência. Um intelectual, com responsabilidades, cai de vez em quando num texto destes, pouco, muito pouco inteligente, quando o devia contrariar do ponto de vista político. E só isso.
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De [João M. Gonçalves] a 07.09.2005 às 18:48

Sempre admirei a prosa de FJV, a sua inteligência, poder de argumentação e acutilância e por isso espanta-me este seu post.
Importava-se de explicar porque é o artigo de Rosas tão pouco inteligente?

Só para que conste não nutro qualquer simpatia [ou antipatia] nem sinto grandes afinidades com Rosas, mas acho que merece um pouco mais do que uma frase destas. Se não quer rebater os argumentos ou afirmações de Rosas, mais valia não nada.

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