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por FJV, em 07.09.05
||| Esquecia-me de dizer.
Que nunca julguei possível alguém inteligente escrever um artigo tão pouco inteligente como o de Fernando Rosas no Público de hoje.

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23 comentários

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De candida a 17.09.2005 às 00:44

mas tem um lindo cachimbo e uma jovem mulher, o resto São cravinas.
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De Ministério Público a 15.09.2005 às 12:12

http://IDADEDOFERRO.blogspot.com
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De Ministério Público a 15.09.2005 às 12:11

Remetendo para o 1º comentário acima, que passo a citar:"Anônimo disse...Este poste nao é lá muito inteligente, mas já esperava"...
Porque razão é que as pessoas que querem criticar têm de o fazer por anonimato? ó Anónimo, porque é que não te revelas? Não tens coragem para dar a acara? Explica porque é que o post é pouco inteligente? Tens medo? Vivemos numa democracia pá, não te preocupes.
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De Ministério Público a 15.09.2005 às 12:09

Ao contrári odo que pensa o vulgo, na esquerda também há muita coisa pouco inteligente. Lembrem-se da democracia norte-coreana do Bernardino Soares, esse estalinista recalcado.

HTTP://IDADEDOFERRO.BLOGSPOT.COM
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De Carlos Azevedo a 09.09.2005 às 14:58

Ah!, já me esquecia. Eu li o seu artigo no JN, e sei que, quando afirmou «não tem nenhuma má-fé associada, como se sabe», pretendia dizer exactamente o oposto; é isso a ironia. Ora, eu percebi a ironia, mas não concordei com ela. Evidentemente, existem pessoas que se aproveitam destas situações para atacar Bush, a América e o "american way of life", e sei também que o fazem distorcendo a realidade. Mas existem também pessoas que fazem o oposto: distorcem os argumentos de quem com boa-fé aponta erros na actuação das autoridades norte-americanas e salienta as desigualdades sociais e raciais com o objectivo de os denominar anti-americanos primários. Exercício igualmente triste e redutor.
E, mais uma vez, repito: sei o que é uma ironia e percebi a sua. Apenas não concordei.
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De Carlos Azevedo a 09.09.2005 às 14:37

Caríssimo FJV: eu percebi a ironia, homem; você é que não percebeu o que eu escrevi. Relativamente ao que escrevi no meu comentário, em 1' e 2', não lhe atribuo aquelas afirmações. Você ironiza o facto de existirem pessoas que atribuem a culpa pelo furacão a Bush e que só agora "descobrem" que existe miséria nos EUA. Eu concordo consigo, porque afirmações dessas são ridículas: Bush, que eu saiba, não provoca furacões e a pobreza e a miséria que existem nos EUA sempre estiveram à vista de quem quis ver. Apenas tento demonstrar que existem pessoas que afirmam coisas completamente diferentes, de que dou exemplos, mas que são distorcidas para que pareçam comentários de, como se diz agora, anti-americanos primários. Eu, por exemplo, não acho que a culpa pelo furacão seja de Bush, mas acho que a reacção das autoridades não foi adequada. Quanto ao que escrevo em 3', a ironia era minha, e receio que não tenha percebido. Eu não acredito que você pense que «ninguém resiste a um funeral nos EUA»; é certamente uma ironia e uma hipérbole, uma vez que exagera um facto para criar um certo impacto. Limitei-me a ironizar com a situação. Sabe, a ironia não é um privilégio de literatos.
Dito isto, acrescentei que você é uma pessoa inteligente e sensível porque, apesar de raramente concordar consigo em matérias políticas, os seus livros (e não só) não me deixam dúvidas quanto a isso. Bem vistas as coisas, você é um homem do Douro (não confunda, homem: é um elogio).
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De Francisco J. V. a 09.09.2005 às 11:46

Caro Carlos Azevedo: homem, vc sabe o que é a ironia? Se tivesse lido todo o meu texto do JN saberia que, quando escrevi que «não tem nenhuma má-fé associada, como se sabe», era exactamente o contrário que eu disse. Deixe-me insistir: disse tudo ao contrário do que V. diz que eu disse, no seu comentário.
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De haja pachorra a 09.09.2005 às 03:44

Estranho, estranho mesmo, é que alguém que tenha lido meia dúzia de livros perca tempo com rosas
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De Anónimo a 09.09.2005 às 02:09

Em contrapartida,adorei o artigo do Luís Fernandes(povo que levas com o rio) no Público de hoje,(ontem).
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De [João M. Gonçalves] a 08.09.2005 às 21:12

Caro FJV: presumo que o caro João seja eu. Agradeço-lhe, sem ponta de ironia ou sarcasmo, a sua resposta. Estou esclarecido. E tem razão [agora vou eu eu ser primário...]: muito disparate se tem produzido a propósito do furacão Katrina.

Caro Mário: "Talvez fazer isso e as pessoas ainda o lerem é sinal de inteligência...". Deduzo que não lê os artigos de FR. So não entendo como, não o lendo, saiba que "os seus raciocínios violam a lógica elementar e estão em contradição com os factos mais evidentes".

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