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por FJV, em 07.09.05
||| Livros escolares.
Tal como os incêndios, os livros escolares. Só se fala do assunto quando chega o início do ano lectivo e, na verdade, como sabem os professores (e não sabem os pais), devia falar-se do assunto logo em Março. Além do problema do preço há outros: a sua qualidade (aspectos científicos e ortografia incluídos), a homologação, o sistema que leva editoras a apostar no escuro e a ter de rendibilizar o investimento, a «angariação de clientes», aspectos pedagógicos relevantes (como, por exemplo, escrever nos manuais -- o que, além do mais, os inutiliza para anos futuros), aspectos técnicos nada dispiciendos (já alguém pensou que os livros são tão caros porque têm aquele aspecto gráfico, aquele papel pesado e outras manigâncias provavelmente desnecessárias?). Por exemplo.

(Ver, entretanto, esta notícia.)

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8 comentários

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De alias a 08.09.2005 às 11:30

Acrescento outro pormenor: os manuais (pelo menos na área das Letras, que melhor conheço) são cada vez mais feitos para poupar trabalho ao professor. O manual apresenta textos, apresenta questionários, apresenta soluções (como se, em certos pontos de disciplinas como Língua Portuguesa houvesse soluções...), junta vídeos, CD'S e CD'S rooms. Tudo a poupar trabalho aos professores.
[F.A.M.]

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