||| O sul.Tirando a trapalhada de «ele não disse o que disse», mais as desculpas esfarrapadas, limitemo-nos ao essencial: o problema do discurso de Mário Lino nem foi o que
resta dele, depois de bem espremido (vi a versão inteira disponibilizada pela SIC), nem o que se pode dizer
a partir dele. Realmente, a desgraça vem com
o tom geral em que tudo aquilo foi dito. Como
diz o FNV, Lino «explicou, naquele seu estilo acelerado de
motard verbal, as razões que o levam a optar pela Ota». Alguém devia explicar a Mário Lino o que são metáforas (com um pouco de esforço, metonímias). De resto,
o sul é um pau de dois bicos.
[FJV]