Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]



...

por FJV, em 15.12.05
||| O Kalevala.
Li o Kalevala (o poema nacional finlandês) em francês e acompanhei as aventuras de Väinämöinen, o herói. Naquela altura, por volta de 1986, conhecia a Lapónia, a arquitectura de Alvaar Alto, os romances de Mikka Waltari, os bosques de Kuusamo e a fronteira da Carélia, as estradas de Rovaniemi e as livrarias da Manherheim. Ainda não havia o blog do Homem das Neves. Isto tudo a propósito da versão portuguesa do Kalevala que vai estando disponível na net, através de Orlando Moreira.

Autoria e outros dados (tags, etc)


4 comentários

Sem imagem de perfil

De Tiagão a 15.12.2005 às 14:11

Não sei se o estilo musical será do teu agrado, mas há um álbum chamado Tales from the Thousand Lakes duns putos (na altura) chamados Amorphis que não é mais do que a tradução para inglês com música do dito poema.
Os rapazes até são finlandeses, mas nisto da música a língua que dá dinheiro é mesmo a inglesa.
Sem imagem de perfil

De Francisco J. V. a 15.12.2005 às 12:51

A Ana Cristina Moreira, com o devido respeito, revela duas coisas: ignorância em relação ao que eu já escrevi sobre o assunto e preconceito básico em relação à expressão triste nacionalismo brasileiro. Não está em causa a reacção do governo Lula, como deixei escrito noutros lugares. Mas não vale a pena explicar tudo de novo
Sem imagem de perfil

De ana cristina moreira a 15.12.2005 às 12:38

Sobre o post a respeito da Varig: mais uma vez, na melhor tradição do "jornalismo" português, o autor deste blog debita mais um de seus "achismos", a anos-luz dos factos.
Os factos: o governo Lula sempre viu com bons olhos a entrada da Tap na Varig. Tanto que a cia aérea portuguesa obteve do banco de fomento do Estado brasileiro, o BNDES, um empréstimo de 25 milhões de dólares. Tal qual, de resto, todas as empresas portuguesas, e norte-americanas etc. etc., que entraram no mercado brasileiro via privatizações, que o fizeram, TODAS ELAS, repito, às custas dos muitos milhões emprestados a juros camaradas pelos cofres públicos do BR.
A oferta da Docas, conforme apurou a Folha de São Paulo (edição de ontem), causou constrangimento no governo Lula. Tanto que a pretensão da Docas de obter igualmente financiamento do BNDES está fora de questão, segundo fontes oficiais ouvidas pela Folha. Guido Mantega, presidente do BNDES, declarou ainda ao jornal que o empréstimo feito à Tap não poderá ser transferido para a Docas.
Por outro lado, a Varig serve-se da proposta da Docas como mera manobra dilatória em seus conflitos com os credores.
Moral da história: os portugueses que quiserem saber fidedignamente o que se passa no Brasil não devem ler NUNCA a imprensa portuguesa, e muitos menos os blogues portugueses. Devem ler antes a imprensa brasileira. A Folha de São Paulo, p. ex., que teve a inteligência de contratar um dos poucos colunistas portugueses com massa cinzenta: o excelente João Pereira Coutinho.

Ana Cristina Moreira
Sem imagem de perfil

De aNtonio a 15.12.2005 às 11:05

Deram muito trabalho os ¨? ;)

Há uma tradução que está a ser preparada directamente do texto original na universidade do Algarve (entrada no S E N (http://fennia.blogs.sapo.pt/arquivo/533906.html)). Depois de ter reenviado o email do Orlando para o grupo de discussão alguém indicou uma tradução com 20 anos da Vega, esgotada no mercado, vertida do francês. A própria embaixada em Lisboa ignora-a (http://www.finlandia.org.pt/doc/pt/infofin/Kalev_kaannos.html).

Visitei a casa de Elias Lönnrot em Sammatti e impressionou-me particularmente que 4 das suas filhas (julgo que eram 5) não lhe tenham sobrevivido e tenham até morrido ainda novas. Lönnrot era médico, e foi nessa qualidade que foi trabalhar para a Carélia.

O único kalevala que li foi este (http://www.kempele.fi/Palvelut/Kirjasto/lasten_ja_nuortenkirjasto/book_corner/canine1.html), na versão original. Está agora traduzido em inglês, francês e espanhol, que eu já o vi nas montras da Akateeminen.

Comentar post




Blog anterior

Aviz 2003>2005


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.