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por FJV, em 14.02.06
||| Que fazer?
A pergunta, caro Paulo, tem aquele simpático desvio leninista, e deve ser feita. Mas, salvo mais e melhores informações, vamos esperar pouco para que se demonstre a seriedade e a maravilhosa sensatez do governo. A menos que alguma insensatez maior venha ao de cima; ou seja: a menos que a indignação do ministro dos Estrangeiros deixe de ser, digamos, tão caricatural.
Mas há aqui uma vergonha histórica: a de o ministro dos Estrangeiros transigir (já lá vão umas horas largas desde a declaração do embaixador iraniano) com coisas desta natureza. O que deve Freitas do Amaral fazer?

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3 comentários

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De raiva a 15.02.2006 às 00:41

Freitas do Amaral deve demitir-se imediatamente. Não há outra solução (se é que há solução para os disparates que cometeu).
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De Carlos Azevedo a 15.02.2006 às 00:01

Nem perco tempo a tecer considerações sobre as declarações do embaixador iraniano; não há palavras para descrever tamanha estupidez.

Contudo, quando ele fala em discutir o holocausto, confesso que há matérias que eu gostaria de ver debatidas (de forma séria e não num seminário organizado por Mahmud Ahmadinejad, evidentemente) e que os judeus não mostram abertura para discutir. As mesmas questões que Hannah Arendt, uma judia, corajosamente levantou e que lhe valeram o ostracismo da generalidade da comunidade judaica.
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De Arrebenta a 14.02.2006 às 22:44

Evocação da Imperatriz Farah Diba Pahlavi
(a propósito do aniversário da monstruosa praga da Revolução Islâmica)

De cada vez que ela se deslocava de Teerão, para visitar as Vanguardas, em Nova Iorque, havia 100 000 marias cavaco silva que se deitavam no chão, para evitar que ela empoeirasse os sapatos de salto, ao descer do avião.
Eras.

http://braganza-mothers.blogspot.com

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