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por FJV, em 15.07.06
||| Ética e qualidade no trabalho.
O Ministério do Trabalho e do Emprego, no Brasil, não quis deixar nada ao acaso. Por isso, elaborou, inclusive, um código específico para profissionais do sexo, que se recomenda ao dr. Jorge Lacão para aperfeiçoamento da sua proposta de lei; de entre as áreas da «Classificação Brasileira de Ocupações» desenhada pelo MTE, existe a descrição das competências pessoais das profissionais do sexo, que vão de «demonstrar capacidade de persuasão» à «demonstração de capacidade lúdica» bem como à capacidade de «realizar fantasias eróticas». A ver aqui.

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4 comentários

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De António a 17.07.2006 às 19:04

Uma sugestão para a tabela de preços:

http://korimage.free.fr/tarif_bordel.jpg
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De CrissMyAss a 16.07.2006 às 20:21

Afinal, alguém tem que zelar pela qualidade de serviço tão relevante para o ingresso de divisas estrangeiras no Brasil, mediante nossa vocação (antiga de cinco séculos) para o turismo sexual receptivo.
Abaixo a hipocrisia!
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De Pedro Almeida Vieira a 15.07.2006 às 16:04

De facto, este código é de uma extraordinário vanguardismo, pelo detalhe e clara (e nobre) tentativa de retirar a discriminação desta actividade - apresentando-a como um emprego como outro qualquer.

Aliás, é curioso reparar que surge, a páginas tantas, um aviso de cariz ambiental, que assume um peso importantíssimo: «no exercício de algumas das atividades podem estar expostos à inalação de gases de veículos, a intempéries, a poluição sonora e a discriminação social».
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De Sérgio Aires a 15.07.2006 às 15:23

O dr. Jorge Lacão tem mais atracção pelo modelo Sueco. Um modelo em que se pensa que punindo os clientes se acaba com a prostituição. O dr. Jorge Lacão pensa que só existe prostituição porque há clientes e que toda a prostituta é vítima. O dr. Jorge Lacão(e seus acólitos e acólitas) recusa-se a aceitar que para lá da prostituição associada à pobreza e exclusão social, onde de facto vale a pena intervir, existe uma industria do sexo. O dr. Jorge Lacão prefere enterrar a cabeça na areia. E na realidade, se eu tivesse uma cabeça tão feia como a do dr. Jorge Lacão, faria o mesmo.

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