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Depois do começo. ראש השנה

por FJV, em 12.09.10

Depois do começo: 5771.

Para os meus amigos («que possam merecer muitos mais anos»), Shanah tovah.

שנה טובה

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Série Literatura Geral. Book lovers.

por FJV, em 12.09.10
Broadcast, «The Book Lovers»

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Quatro partes de sábado, 1.

por FJV, em 11.09.10

 

Red Hot Chili Peppers
«Under the Bridge»

 

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Quatro partes de sábado, 2.

por FJV, em 11.09.10

 

The Concretes
«Teen Love»

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Quatro partes de sábado, 3.

por FJV, em 11.09.10

 

The Raveonettes
«Last Dance»

 

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Quatro partes de sábado, 4.

por FJV, em 11.09.10

 

Nouvelle Vague
«Love Will Tear Us Apart»
[Joy Division]

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De tudo um pouco.

por FJV, em 11.09.10

Não apenas isto; ontem, creio que no noticiário do meio-dia, a Antena 1 noticiava as conversações Israel-Autoridade Palestiniana e, como comentadores, ouviu a representante da AP e o embaixador do Irão.

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O cantinho do hooligan. Descubra as diferenças.

por FJV, em 10.09.10

São ambos vermelhos. Mas a joaninha tem mais pontos.

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Augie March.

por FJV, em 10.09.10

Uma das vantagens de ser editor é esta: ler As Aventuras de Augie March, de Saul Bellow, à razão de dois a três capítulos por dia, até chegar ao fim das 700 páginas. Só sai na próxima sexta-feira, invejosos.

 

«Tem tento na língua. Quanto mais amares as pessoas, mais elas te enganam.»

 

«Por isso não me venham falar de Deus — dizia. Mas era ele que estava sempre a falar de Deus.»

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Receios.

por FJV, em 10.09.10

Cara Rosário: li os teus receios e gostava de te descansar, até para que outras pessoas não imaginem coisas e prolonguem os equívocos. A revista Ler continuará — ponto. Garantido. O Prémio José Saramago continuará – ponto. Aliás, os prémios para inéditos não são menores; o Planeta é um prémio para inéditos; o Círculo de Leitores teve o seu prémio para inéditos; a revista Ler manteve o seu prémio para inéditos; e o grupo Leya tem agora o seu prémio para inéditos. Quanto a eu ser falado para ir seja lá para o que for (é uma bela maneira de algumas pessoas tentarem inutilizar-me), não vou — ponto. Garantido. Se tiveres dúvidas, alguma vez (se é que alguma vez tiveste, o que já acho grave), sobre a minha opção, é só clicar no vídeo que está mesmo aqui em baixo.

 

 

Divine Comedy, «The Booklovers»

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Série Literatura Geral. Bibliotecária.

por FJV, em 10.09.10

 

 

My Morning Jacket, «Librarian»

 

«Sweetest little bookworm. Hidden underneath...

Is the sexiest librarian...»

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Série Literatura Geral. Céline.

por FJV, em 09.09.10

 

Charlotte Gainsbourg, «Voyage»

 

[Sugestão do Miguel Vaz]


«We could go au bout du monde
Till the end of the night
We could go au bout du monde
Till the end of the night
Voyage au bout de la nuit»

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Propaganda.

por FJV, em 09.09.10

Com tanta gente comovida com os altos desígnios que o governo reserva para a educação, não se compreende como ainda há pessoas a protestar contra a tresleitura das estatísticas no ministério respectivo (uma especialidade tão desenvolvida que se acredita que existe um gabinete próprio), contra o fim do ensino recorrente, contra o encerramento de escolas (tirando o papagaio da confederação de pais, está bom de ver), contra a sonegação de estudos e avaliações, contra as experiências pedagógicas e curriculares (à razão de uma ou duas por ano lectivo, das grandes), e até contra o fantástico português em que são redigidos os textos programáticos da casa.

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Não apenas.

por FJV, em 09.09.10

Se, de cada vez que um cidadão bradar aos céus a sua inocência, as televisões correrem a oferecer-lhe uma hora de emissão para bater nos tribunais, clamar que é «a maior farsa judicial de sempre» (de sempre!), queixar-se do sistema judicial (e da imprensa, dos juízes desagradáveis, do MP, dos partidos decapitados ou a decapitar, da turba, das escutas telefónicas, das vítimas, etc.), não me parece mal — desde que esse direito seja garantido a todos os cidadãos, incluindo as vítimas. Podia encontrar-se um investidor animado com a ideia de criar um canal de televisão para aparar lágrimas de indignação e protestos vincados. Mas teriam de ser todos os cidadãos — não apenas as figuras com acesso à televisão, à edição e aos jornais. Não apenas os poderosos. Não apenas.

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Estão vivos.

por FJV, em 09.09.10

 

Uns patuscos religiosos americanos (da Florida), certamente tocados pela febre do final do Verão, programaram para este fim de semana uma jornada destinada a “queimar o Corão”. O ato, em si mesmo, é patético – apenas folclore. Um pouco por toda a parte a religião é, ao contrário das boas almas que a mencionam como “fator de paz”, usada para incendiar seja o que for. Queimar livros é um reação clássica dos idiotas ao longo dos séculos. A Inquisição queimou-os, os nazis queimaram-nos, os fascistas e os comunistas imitaram-nos, festejando bastante a sensação. O egípcio que o governo português queria ver a dirigir a Unesco (uma história por explicar) também experimentou a volúpia do incendiário de livros. Em cada esquina há um louco a repetir o gesto. Estão vivos. Cuidado.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

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Evidentemente.

por FJV, em 09.09.10

Crónica de Manuel António Pina no JN de hoje:

«A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público".

Desta vez, o "serviço" foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.

Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá ("Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?"). O "Prós & Contras" só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.»

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Série Literatura Geral. Dylan Thomas.

por FJV, em 09.09.10

 

John Cale, «Do Not Go Gentle Into That Good Night»

«Do not go gentle into that good night,
Old age should burn and rage at close of day;
Rage, rage against the dying of the light.
Though wise men at their end know dark is right,
Because their words had forked no lightning they
Do not go gentle into that good night.»
Dylan Thomas

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Série Literatura Geral. Aldous Huxley.

por FJV, em 07.09.10

 

Sheryl Crow, «Run, Baby, Run».

Primeiro verso: «She was born in November 1963, on the day Aldous Huxley died.» Curiosamente, foi também o dia da morte de C.S. Lewis. Curiosamente, foi ainda o dia da morte de J.F. Kennedy.

 

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Ainda a Noruega.

por FJV, em 07.09.10

O assassínio lento a que a FPF e o governo (através da autoridade das dopagens e do seu instituto do desporto) sujeitam Carlos Queiroz devia merecer alguma reflexão, para além do futebolês mais imediato — e das duas pequenas catástrofes esperadas contra o Chipre e contra a Noruega. O timing, claro. Mas também o segredo guardado para poder encostar Queiroz à parede. A desrazoabilidade das decisões, o ridículo do processo e da sua montagem, além do poder absoluto conferido a autoridades que estão acima da lei, tudo isso é um absurdo que leva, também, a estes resultados. Já não me interessa saber se Queiroz tem razão ou não, se o espalhafato moral tem motivos ou não para seguir adiante — como foi possível manter no poder esta merda de bonzos (as autoridades à solta, os senhores da FPF, etc.) é que me inquieta. Ou não. No fundo, já estamos sem resistência.

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Óscares.

por FJV, em 07.09.10

Jean-Luc Godard anunciou que não vai a Hollywood receber o Óscar honorário (nesta edição também atribuído a Coppola e a esse extraordinário actor que é Eli Wallach). Há um pouco de arrogância francesa na sua decisão, mas compreende-se que aos 79 anos Godard pode decidir onde vai e onde não vai. Acontece que a Academia decidiu que havia duas cerimónias – a dos Óscares e a dos Óscares Honorários, atribuídos a figuras incontornáveis do cinema; ou seja: para não “atrapalhar” a atribuição televisiva dos Óscares, realiza um jantar, discreto e onde não aborrece a indústria, onde homenageia as “figuras do cinema”. Ao ‘show business’, tudo; ao cinema, um jantar sem televisão em direto. Godard faz bem em torcer o nariz. Ou é Óscar ou não é Óscar. Ou é cinema ou não é cinema.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

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As placas de publicidade.

por FJV, em 07.09.10

A larguíssima maioria das minhas viagens de inter rail (muitas) foram nos países nórdicos, aos quais devo muito. Da ponte entre Puttgarden e Rødby (da Alemanha para a Dinamarca) até Svalbard, no mar de Barents, das ilhas Lofoten (em Stamsund, onde nasceu Liv Ullman) até à Karelia, suecos, noruegueses, dinamarqueses (e um pouco finlandeses) mostraram-me muito sobre várias coisas. Mas o que achava mais admirável era uma espécie de culto da frugalidade, que não (não, não) tinha apenas a ver com a tradição ou formação religiosa. Tinha a ver com a vida e a maneira de encará-la. Pensei nisso ao ver uma parte do jogo entre a Noruega e Portugal: as placas electrónicas ao longo das linhas laterais (as mais caras) passavam publicidade portuguesa. Havia umas excepções nas linhas finais, junto às balizas, e só de vez em quando. De repente pensei que estava a ver um jogo transmitido, imaginemos, da Albânia ou da Roménia (cujas empresas não têm dinheiro para comprar espaço em emissões internacionais). Não. Tratava-se da Noruega, onde as empresas são sólidas, onde os salários são altos e onde quase tudo «da indústria do lazer» é caro (restaurantes, bares, hotéis) e bom. Onde até a publicidade é cara. E boa.

Pensei também numa dessas viagens, a norte de Bergen (Ibsen, Peer Gynt, Grieg, etc.), junto dos lagos e fiordes. «Intocado», disse, olhando à volta. Nenhuma auto-estrada (além dos barcos, apenas uma pequena estrada – que aqui se chamaria «florestal» – e uma linha de caminho de ferro para um comboio lento e «turístico»). O meu companheiro de viagem, Jan, que era professor em Oslo (nascido em Bergen), explicou: «É. As pessoas gostam disto. É essa a razão.» Também me lembro da casa dos seus pais, do velho casaco de lã do pai, dos vasos com cidreira transplantada de Espanha, da sala de estar com uma maravilhosa biblioteca e viagens (o único lugar, digamos, exibicionista), do bolo feito em casa, da cerveja de Solvær, do carro com doze anos, da bicicleta enferrujada (o pai e a mãe ainda a usavam para irem até à beira do lago). Fiquei três dias, antes de subir para Bodo, Narvik, Trømso; não fomos jantar a restaurantes, não havia shoppings. Por isso pensei agora nas placas de publicidade. Não querem dizer nada, evidentemente, e talvez isso signifique que a nossa economia esteja a transbordar de energia, de bolsa farta para investimentos, mas, além de ser feia e chinfrim (aquelas cores, aqueles logos), pensei na sobriedade norueguesa, nas casas suecas, na ausência de placas de publicidade.

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Estava anunciado.

por FJV, em 07.09.10

Um imposto mais, e de graça? A formulação de Durão Barroso, a ser correcta, é suficientemente clara: a UE precisa de dinheiro — os contribuintes estão aí.

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Uma história de rock’n roll.

por FJV, em 07.09.10

O roubo da carrinha dos Xutos & Pontapés é uma história de rock’n roll, boa para ser contada por Nick Hornby ou Tony Bellotto. Transformar-se-ia num verdadeiro delírio: horas antes de um concerto, a banda de rock mais popular fica, de repente, sem guitarras, bateria, material de som. O argumento poderia, aqui, seguir vários caminhos: os ladrões poderiam ser fãs de Julio Iglésias ou fadistas de Santarém, com motivações estéticas; mas também poderiam ser ‘groupies’ invejosas (fanáticas dos Delfins), ou, melhor ainda, ecologistas radicais de Montemor-o-Velho. A guitarra de Zé Pedro apareceria, desmontada, no Museu de Arte Antiga – e a bateria seria oferecida, aos pedaços, a uma filarmónica de Ponte de Lima. Salvavam-se o cachecol de Kalu, evidentemente, e os óculos de Tim.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

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A força do progresso, isso.

por FJV, em 07.09.10

Não quer dizer nada. De facto, ser pelo progresso não quer dizer nada. José Sócrates, em Matosinhos, anunciou o slogan A Força do Progresso, acrescentando-lhe o interessante motivo para apoiar Manuel Alegre: «Porque tem uma visão progressista para o país.» Melhor do que isto só ver disparar o desemprego, diminuir os apoios sociais, aumentar os impostos, endividar os próximos anos das nossas vidas, acabar com o ensino recorrente, transformar o ensino público numa fábrica de mediocridade (malbaratando o dinheiro dos contribuintes em experiências pedagógicas que daqui a alguns anos terão de ser dramaticamente corrigidas), enriquecer (ao desbarato e forma dúbia) as grandes empresas amigas, velar para que as leis sejam uma coutada dos poderosos, atribuir subsídios a empresas mal geridas, associar-se a patifes (Kadhafi, Mugabe e Chávez) para tentar negócios que nunca se farão — e ter a lata de vir falar em Estado Social.

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A frase do dia, do mês, etc.

por FJV, em 07.09.10

«Ser contra o progresso é ser conservador? Não. É ter juízo. É ter cautela.»

João Villalobos, no Albergue Espanhol.

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Série Literatura Geral. Thomas Pynchon.

por FJV, em 07.09.10

 

Klaxons, «Gravity’s Rainbow»

[Sugestão do Rui P. J.]

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Tratactus.

por FJV, em 06.09.10

Centros escolares e agrupamentos escolares; parecem, respectivamente, quartéis de acolhimento e pelotões a marchar. Primeiro, os estudantes e alunos passaram a ser «aprendentes»; os professores eram docentes e os alunos discentes; os liceus e escolas passaram a ser «estabelecimentos de ensino». Inventou-se a «comunidade educativa» onde cabia toda a gente que sabia juntar sujeito e predicado, mesmo que se esquecesse do complemento directo. Da interdisciplinaridade passou-se às «componentes do currículo de natureza transversal» que reforcem «projectos de cidadania global» e (não estou a brincar) «vivências de exercício da cidadania nos diferentes espaços curriculares, disciplinares e não disciplinares, bem como nos contextos extracurriculares e não formais», mesmo que não seja nos «Territórios Educativos de Intervenção Prioritária». Daí até aprovarem que os professores cantassem o «Malhão, malhão» para promover o Magalhães, foi um passo.

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Não é uma grande tirada.

por FJV, em 06.09.10

Cavaco apelou à «coesão e união de esforços», pedindo aos portugueses que «ponham de lado as divisões». Se fosse isto, assim, a seco, eu concordaria com as várias posições entretanto manifestadas – e com inteira razão. Não há nada pior do que uma boa alma pedindo união nacional, patriotismo a rodos, penitência & purgatório enrolados na bandeira, saudações à boa vizinhança das hortas, enfim, o rol de coisas tão estimáveis pelos medíocres de todas as tendências. Fui ver a notícia, reproduzida com base num despacho da Lusa. Ora, parece que Cavaco falava nos «50 anos das Operações Especiais e os 171 anos de presença militar ininterrupta em Lamego» (o meu calvário que não chegou a sê-lo por inteiro); em 2576 caracteres, a Lusa despachou o assunto militar, mais uma visitas a bombeiros e «centros escolares» (uma designação apoteótica, «centros escolares», uma espécie de «parque empresarial» destinado a salsicharia); e em 358 caracteres, a abrir, por causa da irrelevância, lá mencionou a necessidade de união, mãos dadas, todos cantando e rindo, seja o que for. Não é uma grande tirada, não; mas daí até à capitulação vai uma grande distância.

Esse é um problema — se se trata da aprovação do Orçamento de Estado, a conversa é diferente. Mas não era disso que estavam a falar, pois não?

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Um bom delírio.

por FJV, em 06.09.10

Quando publiquei Um Crime Capital, em 2001, uma das críticas da época referia que o comércio de obras de arte falsificadas, pelo menos em Portugal, era «um bom delírio» de ficcionista, mas «com pouca sustentação – o que importava era o argumento, propriamente dito». No livro, obras falsificadas de pintores brasileiros (Tarsila, Anita Malfatti, Lasar Segal, Di Cavalcantti, etc.) passavam «um estágio» em Portugal antes de reembarcarem para o Brasil. Parece-me que, pelo menos, se tratava de «um bom delírio».

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Série Literatura Geral. Bibliotecas Cheias de Fantasmas.

por FJV, em 06.09.10

 

Nine Horses, «The Librarian»

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