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Amanhã, 9, no centenário do nascimento de Samuel Barber.
2666, de Roberto Bolaño, acaba de receber mais um prémio para a sua edição portuguesa – o de o livro mais roubado das livrarias portuguesas em 2009 (dados Bertrand).
Entretanto, ao fim de oito dias e de dez mil exemplares, O Terceiro Reich, de Bolaño, entrou em segunda edição – em primeiro lugar no top Fnac e no das Livrarias Bertrand.
João de Deus, cujo nascimento (há 180 anos, em São Bartolomeu de Messines) se comemora hoje, não ficará na história nem por Campo de Flores, nem pelo seu teatro, nem pela sua passagem pelo parlamento (muito menos). Não sei se é a obra mais vezes reimpressa em Portugal, mas deve estar no topo da lista – a Cartilha Materna ou Arte da Leitura foi publicada em 1876 e constituiu um instrumento fundamental na alfabetização portuguesa, elevando João de Deus à categoria de pedagogo nacional, elogiado no seu tempo e relembrado pela rede de escolas que aplicaram o seu método. Hoje, recordar João de Deus devia ser também uma oportunidade para falar do ensino do Português e das patetices que se fazem nessa matéria. Com tantos teóricos de serviço, temo que seja impossível.
[Na coluna do Correio da Manhã.]
Ó Tomás, tu tens cada ideia. Claro que há uma beleza de esquerda e uma beleza de direita. Vamos a contas?
Alertado pelo Miguel, fui ler o original para confirmar. Tudo certo. Carlos Barbot acha natural que os Estados protejam as empresas nacionais. O Estado é bom amigo das empresas; as empresas ficam amiguinhas do Estado, recebem apoios, contratos e bonificações. Há uma série delas na fila, à espera de entrarem na despensa. Os contribuintes, portanto, investem nas empresas privadas através do Estado — só que, ao contrário dos outros accionistas, não entram nos balanços. Só pagam, duplamente.
Adiar o TGV? Reduzir o investimento público? Como é que consegue um PEC credível com essas medidas? Mas afinal quem ganhou as eleições?
John Lee Hooker, Rolling Stones & Eric Clapton, «Boogie»
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