||| Verden er en scene. Og scenen er en lekeplass. Og en kampsone. Vi er skuespillerne, språket er teksten vi lærer utenat, og leser opp, bevisst eller ubevisst. På en scene. Som er verden. Fra talerstolen. Og tv-skjermen. I bøkene. Og teatrene. Og filmene. I debattprogrammene i radio og tv. I barnehagen og på jobben. Leker vi oss. Spiller. Iscenesetter oss selv. Iscenësetter verden.
E o palco é um recreio. E uma zona de batalha. Somos actores, a língua é o texto que decoramos, e recitamos, ensaiado ou não. Brincamos com as representações. Num palco. Como é um mundo. Encenamos o nosso próprio papel. Do púlpito. E do ecrã de televisão. Nos livros. E nos teatros. e nos filmes. Nos debates na rádio e televisão. No infantário e no emprego. Brincamos. Jogamos. Encenamos o nosso próprio papel. Encenamos o mundo. --- E só me resta acrescentar: akkuratt!
Óh Sr. Dr. Francisco J.V., porque não uns textozinhos em grego,já viu como era fino, ou em chinês, e em sueco...ou alemão (quem é que neste país não sabe alemão). Depois vêm os sabichões (o meu amigo parece-me um deles) falar que ninguém lê, isto é um país de analfabetos, isto é que vai uma ileteracia, blá blá blá.....
Ó, Francisco, começou bem, muito bem mesmo, com um festival de literatura, mas bolas, se continuar assim, vamos ver-nos… "noruegueses" para o perceber! ;-)
Slik Hamlet gjorde det. Eller Thomas Glahn gjorde det. Eller Brad Pitt. Eller Liv Ullmann. Eller Jan Erik Vold. Eller Rodney og Anette i Big Brother. Eller Anne-Kath. Hærland. Eller Kjell Inge Røkke. Eller Osama bin Laden. Eller George W. Bush. Eller Martin Luther King. Eller deg eller meg eller oss.
Afinal o regresso não demorou quase nada! Ainda bem. Espero que com este novo blogue nos acompanhe por longo tempo. Pela minha parte prometo retribuir. Abraço. Sérgio