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Coisas novas, rerum novarum.

por FJV, em 05.12.13

Nem de propósito. Assinalaram-se anteontem os 450 anos sobre a última das sessões do Concílio de Trento, iniciado 18 anos antes e presidido por três papas – foi o concílio da Contra-Reforma, a confirmação da guerra contra o protestantismo e contra a heresia no interior da igreja católica. Os dois concílios posteriores são de tendências diversas: o Vaticano I, de 1869, reforçou a ortodoxia; o Vaticano II, na década de 60 do século XX, constituiu uma “abertura ao mundo”. Francisco I é hoje considerado um revolucionário, sobretudo por pessoas que não leram documentos como as encíclicas Rerum Novarum ou Pacem in Terris. Mesmo assim, a igreja precisa de fazer a reforma que devolva algum entusiasmo a um mundo deprimido, e observar as consequências dos seus textos doutrinários em matéria social, por exemplo. Não para alegrar a ‘opinião pop’, flutuante; mas para provar que a sua mensagem tem sentido.

[Da coluna do Correio da Manhã.]

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