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Cordilheiras, no dia do equinócio.

por FJV, em 21.03.11

«Eu não esqueço as cordilheiras dos Andes, em volta dos lagos./ Longe da primavera, nos campos onde passa o vento/ que vem do sul, que vem do norte / como uma cicatriz gravada a fogo.»

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2 comentários

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De jorge manuel brasil mesquita a 22.03.2011 às 13:39

Eu venho das longas highways
onde o vento é gelado
e os destinos de quem passa
são cabelos de mint
livres, no pensamento,
breves,
a caminho do Sul,
onde nada se passa,
e tudo acontece,
quando a noite é uma palavra:
amor.
Jorge Manuel Brasil Mesquita
Lisboa, 22/03/2011

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