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DGLB.

por FJV, em 20.10.10

Este governo multiplicou o número de institutos públicos, transformando grande parte deles em albergues para ‘boys’ de estimação. Aproveitando o Orçamento de 2011, tratou agora de acabar com alguns, misturando tudo para que não se entendesse a aldrabice. A Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas, herdeira do Instituto Português do Livro dos tempos de Teresa Gouveia (foi então o motor da rede de leitura pública e da única política do livro consistente que até agora tivemos), é uma delas – integrada na Biblioteca Nacional. Primeiro, os políticos retiraram poder, dinheiro e funções à DGLB; depois, tornaram-na inútil – o livro não tem a ver com a política do espetáculo ou com o parlapié dos burocratas, de efeito mais fácil, que é o que lhes interessa verdadeiramente.

[Na coluna do Correio da Manhã]

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