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Charlie Parker.

por FJV, em 30.08.10

Não era apenas jazz. Charlie Parker, ‘Bird’, não era apenas jazz – e teria festejado ontem 90 anos (se não fosse a morte prematura aos 34, em Nova Iorque). Apesar da vida breve, desregrada e trágica, Charlie é, ainda, o mestre sobre todos os mestres – o som do saxofone nunca mais foi o mesmo depois de tocar ‘Ornithology’ ou de reunir Max Roach, Miles Davis e Dizzy Gillespie para tocar ‘Billie’s Bounce’, em 1945. Há quem mencione Parker como a viragem do jazz, a fronteira entre o jazz como elemento decorativo e maior intensidade na interpretação e composição. Talvez seja injusto para os músicos anteriores, mas sem ‘Bird’ o jazz não seria o que hoje é ou o que foi até hoje. Ninguém sabe o que ele tocaria com 80 anos, mas seria decerto muito bom.

[Na coluna do Correio da Manhã.]


 

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