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Se o Ministério da Cultura tinha detectado que o Director-Geral das Artes lhe era infiel, tinha-o demitido na primeira oportunidade porque, lamentamos muito, um Director-Geral tem de executar políticas, criar consensos e resolver problemas. Deixando que ele se demitisse primeiro, só mesmo o silêncio lhe calhava bem. Em vez de controlar os danos, o MC procedeu ao alargamento de danos antes de contratar alguém «do meio» para tentar calar desafectos. É a doutrina do apaziguamento perpétuo.
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