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Revista de blogs.

por FJV, em 10.06.10

«Portugal não é uma pátria. Portugal é um pretexto para o ódio que, não sei porquê, habita no peito dos portugueses. Vivemos consumidos por este ódio selectivo que apenas selecciona como alvo outros portugueses. O português é o lobo do português.»

Henrique Raposo

 

«É público e já chegou às revistas que abomino qualquer tipo de expressão desse desporto colectivo que é o futebol. Não suporto os clubes, os adeptos nem a selecção.»

Tiago Moreira Ramalho

 

«Frases (longa) da semana (so far): “Uma escola descentrada da sala de aula”. Como se não bastasse toda a doutrina implícita nestas breves oito palavras, a frase explica-se em crescendo “em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca”, acabando neste climax intelectual que promete novos mundos e novas visões: “e discutindo projectos”. E nós tão sossegados e desatentos sem nos darmos conta destes sonhos e destas visões geniais. Discutindo projectos, quem diria, hein?»

Joana Carvalho Dias

 

«Guardiola, por exemplo: amou o seu Barcelona e foi sempre um senhor a defender aquela camisola; Mancini: um símbolo da grande Samp de Vialli e Lombardo, vice-campeã da Europa, mas um senhor a defender todas as camisolas que vestiu (talvez por isso quando regressou ao Luigi Ferraris com a camisola da Lázio, tenha sido ovacionado de pé); Schuster: só me lembro dele no Atlético de Futre, mas a memória é de guerreiro; Maradona: o maior de todos e de sempre; Rijkaard: ídolo da minha infância pelo golo que marcou ao Benfica no Pratter e o melhor jogador que alguma vez passou pela sala de imprensa de Alvalade; ou ainda Zico, Van Basten, Mikhailichenko, Fernandez, entre outros. O que é que transportam: histórias, glórias, memórias, sucessos. Sem isto o futebol não presta.»

Bernardo Pires de Lima

 

«O problema de Portugal é ter os jogadores errados não só para os jogadores certos que tem, como também para os outros jogadores errados, e ter o treinador errado tanto para os jogadores certos como para os errados, mas ainda assim o suicídio seria nesta altura precipitado. Os três jogos de preparação efectuados contra sucessivos fardos do homem branco mostraram, mais do que circunstanciais dificuldades físicas (tirando o Miguel, que está um trambolho, o resto parece-me tudo dentro das normas vigentes) uma assustadora ausência daquela dinâmica telepática que qualquer equipa a jogar só com 3 pessoas no meio-campo precisa para disfarçar o facto de só jogar com 3 pessoas no meio-campo.»

Rogério Casanova

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