Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Um artigo de 7 de Outubro de 2004, sobre a censura a Marcelo Rebelo de Sousa na TVI. Apetecia reescrever e substituir uns nomes por outros (são, fundamentalmente, feitos da mesma massa):
«Parece-me que, apesar de saber como são difíceis as coisas hoje em dia (e "como é difícil governar"), é pouco cortês pedir para calar todos os que têm problemas com o primeiro-ministro ou os que, por desequilíbrio emocional, têm ódio ao PSD. E há-de ser muito cansativo.»
«Eu adivinho que era difícil, para o primeiro-ministro (que teve de debater com Sócrates, na RTP, ou de fazer comentários na SIC - aqui sem "contraditório"), ouvi-lo todos os domingos. Mas a vida é isto mesmo: dar e levar. Nem vejo outra maneira de vivermos em liberdade e com alguma decência. Agora, senhor ministro, já não tem esse problema.»
Na mesma altura, num post do Aviz:
«Tratar toda a «opinião desfavorável» como uma ameaça iminente é uma coisa desprezível que retira toda a dignidade à ideia de governar; como se não fosse possível governar sem as primeiras páginas e sem o beneplácito dos comentadores encartados ou fortuitos. Esta dependência orgânica é que é desprezível. […] Assunto meu é o da liberdade, porque sou cidadão. E assunto meu é, também, a forma como as autoridades reagem às críticas. Podem não revelar outra coisa – mas revelam um carácter.»
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.