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Modernidade.

por FJV, em 30.08.09

A ideologia da modernidade não passa de um emaranhado de mercearias avulsas. Para quem criticava o programa mínimo de MFL, não está mal. Mas a tentativa de dividir o país entre «nós e os maus» nunca deu bons resultados. Nem eleitorais. No século XIX, o melhor que este discurso produziu foram duas figuras inocentes e bisonhas: Júlio Dinis, pelo lado romântico (em Os Fidalgos da Casa Mourisca); o Conde de Abranhos, pelo lado cómico.

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