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Cem Anos de Solidão.

por FJV, em 01.06.17

Vamos pela efeméride a meio: anteontem passaram 50 anos sobre o fim da impressão dos primeiros exemplares de Cem Anos de Solidão (em Buenos Aires, Editorial Sudamericana); no dia 5 de junho de 1967, o livro era finalmente posto à venda. Cinquenta anos depois, a saga dos Buendía (os Arcádios, os Aurelianos, Úrsula, Remédios), a cidade mítica de Macondo, as histórias de Melquíades, Rebeca (que comia terra), Pilar ou Maurício Babilónia (com as suas borboletas amarelas), além das recordações de todas as personagens, fazem parte da nossa memória da literatura. Gabriel García Márquez (1927-2014) escreveu outros romances e novelas (Crónica de uma Morte Anunciada, um prodígio de construção, O General no Seu Labirinto, sobre a loucura caudilhista, ou O Amor em Tempos de Cólera) – mas Cem Anos de Solidão há de permanecer como uma reinvenção da maneira de contar e de escrever na literatura do seu século. Tão influente que o livro se tornou fonte de obsessão para escritores – tanto quanto maravilhosa para milhões de leitores que hoje podem reler esse romance avassalador.

 

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