Os colegas, a princípio, vibraram com a ideia;
só foram em defesa da professora 1m 20s depois de ter começado a cena. No Carolina Michaelis, do Porto.
(Via Blasfémias.)

19 comentários:
incrivel, só de ver ate fiquei enervado...
mas infelizmente é a realidade dos nossos adolescentes...
não se respeita a figura do professor...se fosse no "meu tempo de escola" o professor já tinha pregado um bom par de estalos na estérica da menina, posteriormente a mesma menina ficaria suspensa uns bons dias, agora neste tempos esquesitos, nem sei o que irá acontecer!!
De José Teixeira a 20 de Março de 2008 às 15:12
Gostava que o sr Emídio Rangel percebesse o que temos sofrido e silenciado. Este vídeo resume quase tudo.Infelizmente é a realidade. O medo, a impotência, o sofrimento, as mãos atadas, o ter de aguentar para ganhar o pão. A revolta silenciosa
De Ui a 20 de Março de 2008 às 15:24
Agora mesmo, acabaram de retirar o video do youtube. Merda. Vi num PC sem som...
De Fred a 20 de Março de 2008 às 15:58
O vídeo foi removido do YouTube.
De
Rui a 20 de Março de 2008 às 16:11
Inqualificável, mas muito, muito comum nas escolas hoje em dia, garanto-lhe FJV.
Sou professor também, só que tenho uma vantagem sobre aquela e outras colegas: sou homem. É triste de o admitir.
Mas, mesmo sendo homem, o que me evita muitas faltas de respeito, tive que assumir desde há 2, 3 anos, que, na escola, sou "um soldado permanentemente em território inimigo" (Arturo Pérez-Reverte). É assim que tenho sobrevivido.
só queria chamar a atenção para uma coisa. já tínhamos o ministério contra os professores; teremos de ter também os professores contra os alunos?
estes casos deviam servir para reflectir e não para gerar (mais) histeria. fico um pouco perplexa com estas denúncias a quente. a isto acrescentem-se as perguntas: vamos voltar aos castigos corporais? a a autoridade ensina-se?
De AAAS a 20 de Março de 2008 às 17:14
Ana Cristina Leonardo, a resposta à sua questão é: Sim, e sim!
Claramente é apologista da corrente de pensamento vigente no ME e que trouxe o ensino até este ponto.
As escolas são todas assim? Não... mas infelizmente não estamos perante casos pontuais.
E isto não é uma histeria, isto é apenas a visibilidade pública de algo que todos aqueles que possuam contacto com professores já ouviram relatar.
O fiel já esteve tempo de mais num extremo... talvez seja altura de o aproximar mais ao meio e começar a reintegrar alguns valores e princípios abandonados.
De ViriatoFCastro a 22 de Março de 2008 às 00:09
A autoridade realmente não se ensina. É como o Chivas Regall - ou se tem ou não se tem. De facto, penso que o problema não passa por ensinar autoridade a quem tem responsabilidade de ensinar. Passa é por escolher as pessoas que a sabem usar, porque a têm; moral, científica e cívica. Se um educador for adepto do facilitismo, porque, no tempo dele também era como o aluno ou aluna que agora agride o professor, claro está que estes resultados são perfeitamente normais.
De
Gatumano a 20 de Março de 2008 às 17:52
Pois, neste momento só resta este vestígio...
http://www.youtube.com/results?search_query=professora+agredida&search_type=
Na Finlândia, que serve sempre de exemplo, já teriam acontecido três coisas: os alunos que não socorreram imediatamente a professora já teriam sido castigados; a menina já estaria internada numa instituição correccional; e os pais da menina já estariam a contas com a Justiça.
Aqui na choldra abrem-se inquéritos...
De
Inútil a 20 de Março de 2008 às 18:12
De Daniel Rodrigues a 20 de Março de 2008 às 18:14
O v'ideo foi reposto:
http://www.youtube.com/watch?v=asp3G9pokuA
AASS
Claramente é apologista da corrente de pensamento vigente no ME e que trouxe o ensino até este ponto.
Está completamente enganado, eu não sou apologista de coisa nenhuma. Prezo apenas a inteligência nos debates. Reagir a problemas de violência nas escolas com gritos de indignação e clamores contra alunos malcriados parece-me equivaler a chmar por Santa Bárbara quando troveja. A violência é um problema social geral e enquanto não reflectirmos sobre estes casos a sério bem podemos continuar a clamar por estaladas à antiga. Acha AASS que os tiroteios nas escolas dos EUA (e não só) existem por escassez de estaladas?
Quanto à outra questão: a autoridade aprende-se? não tenho resposta, mas o seu simples SIM! não me convence. Porque como adulta e mãe ninguém me ensinou a exercer a autoridade - e pode ter a certeza que a exerço, sem problemas de consciência e, acrescento, com muito trabalho e chatice - apenas gostaria de perceber como é que um professor adulto chega ao ponto de ser agredido. Como quando andava na escola, muito antes do chamado eduquês entrar em vigência, e eram sempre os professores "fracos" (de quem às vezes até se tinha pena) as vítimas preferidas.
A única coisa que me causa cominchão é ver assuntos complexos serem simplificados, do meu ponto de vista, perigosamente. Não pensar é abrir a porta a todas as ditaduras (de espírito e outras...). Já agora, convido-o a reflectir sobre a proposta de Gary Pugh, da Scotland Yard que garante que os futuros criminosos podem ser detectados nas escolas logo a partir dos 5 anos. Philip K. Dick não teria inventado nada melhor
(a notícia e o comentário de Manuel António Pina estão na Pastelaria)
De AAAS a 20 de Março de 2008 às 21:20
E então o que propõe?
O Manuel António Pina faz pela vidinha, como toda a gente. Qualquer coisa serve para encher a coluna diária no JN. Deixe-o em paz
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