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por FJV, em 03.05.06
||| Israel 58 anos.




















A 16 de Maio de 1948, domingo, David Ben Gurion leu a Declaração de Independência.
[As notícias do dia, no The Palestine Post; a proclamação de Ben Gurion; a primeira página do jornal, já com notícias das invasões.]






No The Jerusalem Post, 58 razões para gostar de Israel. No Haaretz, suplemento dedicado ao Dia da Independência.
Também no Haaretz, não perder os textos de Bradley Burston (The War that Divided the Judaism) e de Yoel Marcus (Israel, not as bad as it sounds).





















Sobre Israel visual, a história de alguns símbolos da vida quotidiana do país: o kippah em tricô, e o seu significado; o café instantâneo Elite; o carro Sussita; as sandálias
da sapataria Nimrod (no Boulevard Dizengoff, em Telavive); a Uzi; a nostalgia do Rummikub; a história da fonte tipográfica Haim; o símbolo da El-Al; o mais famoso dos casacos (parka) de Israel, o Dubon, do exército; a mais popular das sacolas israelitas, o tik sekhel, que transportava tudo; ou o popular símbolo dos correios.

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7 comentários

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De EUROLIBERAL a 05.05.2006 às 16:52

IRÃO PRONTO A ESMAGAR OS TERRORISTAS CRUZADOS

Não, eu se fosse ao Pentagono não arriscaria, e parece que os generais estão a aconselhar os politicos neo-coneiros a não arriscar... é que o moral das tropas estrá baixíssimo e não há mais reservas disponíveis. Depois,não seria uma luta de guerrilhas com AK's e RPG's como no Iraque. Haveria uma táctica de guerrilhas sim, mas com 100 vezes mais efectivos e sobretudo com armas sofisticadas de terrível eficácia que destruiriam efectivamente toda a 5ª Esquadra e seus aviões. Veja-se que a Marinha iraniana não tem grandes navios de superfície, mas centenas de lanchas lança-mísseis ultra-rápidas e indetectáveis por radar e submarinos, além de barcos teleguiados. Os mais rápidos torpedos do mundo de origem russa e toda a panóplia de mísseis furtivos para uso em terra, mar e ar. Sistemas anti-aéreos russos do último grito e dromes. E a arma suprema, a capacidade de luta e de sacrifício, mil vezes superior à dos cruzados. Não é preciso ser grande especialista para prever que se há ataque, os americanos levarão a maior lição de toda a sua história. Não há bluffs e a confiança iraniana é total. A Coboilândia vai borregar e perder a face. E caso arrisque uma aventura louca, perderá a face e todo o coirão... e o Califado restaurado sobre a égide iraniana (tal como o Reich Alemão sob Bismarck após a vitória de Sedan sobre a França em 1870) regulará depois a sorte de Jerusalém e dos nazi-sionistas... Podem escrever...
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De a star was born a 05.05.2006 às 00:45

Tenho pena de ter começado a ler o seu blog. A cada dia/post que passa vou gostando menos de si.
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De Sliver a 05.05.2006 às 00:33

Observatório da Jihad:
http://www.observatoriodajihad.blogspot.com/
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De EUROLIBERAL a 04.05.2006 às 14:04

Não sei porquê, mas estas cenas da invasão do Iraque e da não-invasão do Irão fazem-me lembrar aquela estória do Carlinhos que quando disse ao pai que tinha tido a sua primeira experiência sexual, ouviu o pai dizer-lhe com orgulho: "Bravo, filhote, pega lá 50 euros para a próxima vez". Ao que Carlinhos respondeu: "Próxima vez ? Mas ainda me dói o cu da primeira !"...

E qualquer dia o Carlinhos vai ser também israelita...
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De Renato C. a 04.05.2006 às 13:02

Sem dúvida, um dia de luto.

A criação de Israel foi uma inseminação artificial que desrespeitou quaisquer preceitos éticos ou deontológicos.

Jornais e revistas podem dar-lhe o suplemento de folclore que muito bem entenderem. Israel é um cancro. Mata muita gente; vai continuar a matar. E a investigação orientada na senda da cura é inconsequente ou mal intencionada.

Portanto, celebre-se o 58º, o 59º, o 60º aniversário e os demais vindouros. Genuinamente, já ninguém quer saber e a palestina pouco mais vale que a ponta de um corno. Diz o povo, na sua infinita sabedoria, que "pimenta no cu dos outros para mim é refresco". E tem razão.

Até já.
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De J. a 04.05.2006 às 02:12

Também acho uma data lamentável a lembrar.
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De EUROLIBERAL a 04.05.2006 às 00:38

Um dia triste, uma catástrofe (Nakba) para os Untermenschen palestinianos, que por não pertencerem ao "povo eleito" foram massacraddos, exilados, guettizados, apartheidizados e humilhados até hoje. O sionismo é um verdadeiro crime contra a humanidade, a outra face do nazismo. Os judeus tinham o direito de irem viver para a Palestina, onde sempre existiu uma importante minoria, mas não de aí instalarem um estado fundamentalista, racista apartheidesco e neo-nazi, baseado na exclusão do Outro, do Gentio ou Goy. Isso também fizeram os Reis católicos e Hitler... A defesa de um território reservado à raça pura ou ao povo eleito por um deus privativo é intrinsecamente nazi, nazi-sionista. É de muito mau gosto comemorar tal data. Não se pode construir a felicidade sobre a infelicidade do Outro. Para os cristãos, o Outro é Deus, porque ELE É UNIVERSAL E TODOS SÃO FILHOS DE DEUS. O regime sionista será aniquilado e a Palestina voltará a ser livre, democrática e multicultural.

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