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Hélia Correia sobre Frederico Lourenço: «Convivem nele música e dança, narração e poema, tudo o que era então uno e agradava, de igual maneira, aos deuses e aos mortais.»

por FJV, em 15.01.18

«A doutora Maria Helena da Rocha Pereira, a quem ouvi raríssimas – por isso mais valiosas – palavras de absoluto louvor às traduções homéricas do Frederico, disse um dia estas duas curtas frases que contêm milhares de livros dentro: “Eu vivo com os Gregos e sei disso. Mas vocês vivem com os Gregos e não sabem”. Adoentada, apenas oralmente e aos mais próximos transmitiu o seu júbilo pela atribuição do prémio. Um júbilo comum a todos nós.
O Frederico Lourenço é um conforto nos nossos tempos tão ameaçados. Quando a iminência da destruição de tudo o que foi belo e bom e justo sopra a sua trombeta à nossa porta, vemos este homem, que parece tranquilo, prosseguir a sua caminhada entre explosões.» Ler o texto completo aqui.

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Atwood às chamas.

por FJV, em 15.01.18

Margaret Atwood (criticada nas, como se chama aquilo?, redes sociais) sobre o movimento #me too, depois de um contorverso processo de acusação — não provado — contra um professor universitário: “In times of extremes, extremists win. Their ideology becomes a religion, anyone who doesn’t puppet their views is seen as an apostate, a heretic or a traitor, and moderates in the middle are annihilated.” Também Atwood fala nas bruxas de Salem.

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O cantinho do hooligan. Fosgluten.

por FJV, em 15.01.18

Depois de um frango à José Sá e de um grande golo do Estoril, não admira que a bancada viesse abaixo.

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O heraldo moderno. 2. Acompanhantes.

por FJV, em 15.01.18

É absolutamente peregrina a ideia de que cabe ao PSD a tarefa e a vocação de resgatar o PS dos tentáculos da perigosa extrema-esquerda, devolvendo-o ao convívio com os salões da boa sociedade – onde, de acordo com o que vejo e oiço, se poderá dedicar (já em roda livre e de braço dado com o PSD) a dançar minuetes. Basicamente, o PSD estaria na calha para substituir o BE (ao PCP ninguém o substitui).

E não, isto não tem a ver com a experiência alemã.

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O heraldo moderno. 1. Mudar o PSD?

por FJV, em 15.01.18

Esta manhã, ao pequeno-almoço, pus-me a ler o artigo do Sebastião Bugalho sobre a liderança do grupo parlamentar do PSD. Toda a gente sabe que – mesmo antes de Rio – já existia o problema Hugo Soares. Mas, para além do problema Hugo Soares, há o problema da própria bancada parlamentar. Depois de ter sido dizimada pelos anos da troika, a bancada foi ainda seviciada pelo isolamento de Passos Coelho; e resultou nisto.

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Esta foto é mais pequena do que a da edição em papel mas vê-se o essencial, e é assustadora. Provavelmente, a bancada do PS também me assustaria. Acontece que, no último ano, entre a maior parte destas almas (podem observar-se distintamente), não surgiram «mais do que meia dúzia de ideias», e isto para sermos generosos em relação a um partido que tinha deixado de existir e cujo grande triunfo conhecido foi o diploma sobre o financiamento dos partidos. Portanto, o problema de Hugo Soares é o problema menor que existe na bancada parlamentar.

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