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Israel.

por FJV, em 03.01.17

Desde 1975 que a ONU tem como política oficial o ataque a Israel; é estranho, aliás, que tenha entregue a política de direitos humanos à Arábia Saudita, à Síria, à Líbia e a Cuba, financiando organizações abertamente anti-semitas e amigas de organizações terroristas (e ter sempre dado a mão ao grande responsável pelo facto de a Palestina não ser um Estado independente, Arafat). A resolução que condena os colonatos israelitas esquece que Israel foi sucessivamente atacado (1948, 1967, 1973) pelos estados árabes da região (o que nunca motivou protestos) com vista ao seu extermínio, razão pela qual o Hamas, que domina a faixa de Gaza, ter abrigado militantes jiadistas de todas as origens. Numa cidade do Irão existe inclusive um gigantesco relógio digital anunciando os anos e dias que faltam para a destruição de Israel. A ONU acha isso uma gracinha e o Ocidente ri-se. Por isso, Israel tem o direito a defender-se contra as ameaças reais. E sim, deve ser obrigado a parar a construção de colonatos no dia em que os agressores desistirem de agredir Israel. Arafat nunca o fez. A ONU também não.

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As ‘raparigas’ estudam mais na universidade, são melhores e mais discretas.

por FJV, em 03.01.17

O comissário europeu Carlos Moedas veio a Portugal e uma das suas visitas foi ao centro de investigação 3B’s da Universidade do Minho (cada um dos ‘b’ significa biomaterial, biodegradável e biomimético), no Vale do Ave, entre Braga e Famalicão – é ali que trabalham 150 investigadores desconhecidos do ‘mundo pop’ (não têm o ‘glamour’ histérico da Web Summit nem são tão populares como os ‘chefs’ da moda), distribuídos por quase uma dezena de nacionalidades. Nestas áreas de investigação, em poucos anos, a Universidade do Minho conseguiu cerca de 50 patentes científicas internacionais – um caminho maravilhoso. Li várias notícias sobre o assunto, mas o pormenor mais importante (além da natureza do trabalho que desenvolvem, claro) foi desprezado em quase todas: as mulheres são ali praticamente o dobro dos homens. Enquanto os ‘rapazes’ andam a discutir a bola e a apreciar à socapa, muito cúmplices e a coçar as partes, um ministro que chama ‘feira do gado’ a uma reunião decisiva, as ‘raparigas’ estudam mais na universidade, são melhores e mais discretas. Sim, o meu aplauso vai para elas.

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