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O cantinho do hooligan. O penálti.

por FJV, em 11.12.16

Sim, foram dois penáltis. Um, vá lá — se descontarmos as dúvidas em relação ao gesto de Pizzi. Mas tenho na memória dois golos injustamente anulados a André Silva, mais cinco penáltis não assinalados a favor do FC Porto nos últimos tempos (incluindo aquela mão de Mitroglou no nosso estádio), mais meia dúzia de foras de jogo incorrectos, mais o esgar de Jorge Jesus a falar de «limpinho, limpinho» depois de um jogo sujo, sujo, e, portanto, o futebol (por mais virtudes que transporte) também faz de nós más pessoas, péssimas pessoas, de modo que.

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Uma alma.

por FJV, em 11.12.16

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Praia do Abano, hoje de tarde. Todos temos uma alma pirosa.

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Informalidade.

por FJV, em 11.12.16

Todos apreciamos a informalidade em determinadas circunstâncias. Mas falar de «feeling» a propósito de dados da macro-economia portuguesa não tem a ver com isso. É bem capaz de ser ligeireza, mesmo que o «feeling» venha a estar correcto. 

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Houellebecq.

por FJV, em 11.12.16

Leia a entrevista de Michel Houellebecq à Folha de São Paulo: a França muçulmana e a progressão da Frente Nacional (que é menor do que a da abstenção), em quem os católicos não votam.

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Frederico Lourenço: um prémio e tudo o mais

por FJV, em 11.12.16

A atribuição do Prémio Pessoa a Frederico Lourenço deixa-me feliz — não apenas por ser o autor da tradução da Bíblia que a Quetzal publica, mas porque é o reconhecimento do seu notável trabalho ao longo dos últimos vinte anos. E porque, através deste prémio (que me escuso a comentar mais, por pudor) ficam também homenageados os estudos clássicos, os resistentes que continuam a ensinar e a traduzir (e a estudar) grego e latim. 

Este prémio, além de distinguir o trabalho do Frederico, deve servir para alertar para a penúria em que se encontram os estudos clássicos: história, língua, cultura, cosmogonias – não para que os alunos se transformem em eruditos e tradutores de Horácio ou Tucídides, mas para que pelo menos a escola não perca a memória do nosso mundo nem da herança que o conhecimento humanístico transporta como uma luz de beleza, de experiência e de consolação diante do vazio de hoje.

Em 1995, havia 13 mil estudantes a estudar Latim; o número passou para para 114 (em 2014). 

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