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Mozart.

por FJV, em 26.01.16

 Este ano assinalam-se os 400 anos da morte de William Shakespeare (1564-1616) e de Miguel de Cervantes (1547-1616) – duas efemérides (em abril) que deviam ocupar uma parte do nosso ano de memórias, a juntar ao doméstico centenário de Vergílio Ferreira. Mas, houvesse ensino da música nas nossas escolas, e amanhã haveria festa em nome de Mozart (1756-1791), de cujo nascimento nos separam 260 anos. Nem seria preciso “ensino da música” com toda a formalidade, nem é necessário que seja um pólo de “ensino artístico”; bastaria que, uma vez por outra, a escola se preocupasse com a música, por exemplo – e levasse os alunos a ouvir W. A. Mozart, com ou sem solenidade. Acredito que alguns professores o façam; eu tive essa sorte, no meu velho liceu, onde o professor não se limitava a programar exercícios de “canto coral”, e nos surpreendia com discos a meio da aula. As “condições” eram piores do que hoje, mas ouvimos Bach, uma sinfonia de Beethoven, um pouco de Schubert. E Mozart, claro. Que pena as nossas escolas serem surdas – a Mozart e ao transcendente que ele nos obriga a respirar.

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