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Jogos Olímpicos de Munique, 1972.

por FJV, em 18.11.15

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Os corpos dos cinco terroristas do Setembro Negro (mortos em Munique), recebidos em festa em Trípoli, na Líbia. 1972 – depois de terem assassinado os atletas israelitas.

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Os três terroristas do Setembro Negro, sobreviventes em Munique,  recebidos em festa em Trípoli, Líbia. Foram libertados pela Alemanha na sequência do sequestro de um avião da Lufthansa (Beirute-Frankfurt) — onde só viajavam 12 pessoas, numa operação encenada pela Alemanha e pela OLP.

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Os malucos.

por FJV, em 18.11.15

Texto publicado a 11 de novembro, dois dias antes dos atentados de Paris: A larguíssima maioria dos portugueses pensa que o Estado Islâmico é obra de malucos vestidos de negro que entoam as graças do Profeta e se divertem a retalhar a Síria e o Iraque. Não apenas ali – escondem-se na Europa, atuam às claras em África e veladamente noutros países do Oriente Médio. Como a maior parte dos seus crimes e violências são cometidos sobre africanos e deserdados da Síria e do Levante, os europeus pensam que é uma coisa distante (a imprensa portuguesa transformou alguns dos celerados em estrelas e aventureiros); por isso discutem a questão dos refugiados como se se tratasse apenas de matéria de segurança social. Um vídeo agora divulgado mostra-nos uns desses homicidas de Alá a chacinar 200 crianças sírias. Pelas costas. Os do califado prometeram estes crimes há dois séculos. Não podemos tratá-los apenas como malucos.

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Moncorvo

por FJV, em 18.11.15

Em Torre de Moncorvo (9 mil habitantes, números redondos), os verões são inclementes, abafados, bonitos – e trabalhosos (vindimas e apanha da amêndoa decorrem em setembro); os invernos são gelados (há a azeitona), mas não há primavera igual, explodindo de cor e cheiro da terra. Outros dados: a população é metade da de 1900 e de 2001 a 2011 decaiu em redor de 13%, de modo que 34,4% dos habitantes tem mais de 65 anos (só 9% entre os 15 e os 24). O que faz o Estado por Moncorvo? Entre outras generosas benesses, dá-lhe 5 médicos para o centro de saúde, uma fartura – mas há apenas 3 (com o inverno ficará apenas com dois, um vai de férias, noticia o CM). De certa maneira, os moncorvenses são refugiados no interior do país; a sua solidão, génio e malandrice vêm nos livros de J. Rentes de Carvalho, mas custa ver como o país os abandona.

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Islamofobia

por FJV, em 18.11.15

Não faltou quem pedisse, nessa longa noite de sexta para sábado, ainda as vítimas não estavam contadas, que não tivéssemos medo e que não cedêssemos à xenofobia e à islamofobia. Sobre o medo: a Europa não será a mesma, salvo nos discursos de políticos que salvam a pele, ou nos que vivem na Gronelândia; sim, temos medo, mas viveremos de pé. Acerca da islamofobia, o seguinte: o jihadismo islâmico espalhou, nas duas últimas semanas, atentados no Sinai, na Turquia e no Líbano, antes de regressar a Paris. Um total de 400 mortos, louvados nas mesquitas salafitas e nas redes radicais e acompanhado de ameaças futuras e passadas. As futuras têm como alvo a nossa vida; as passadas estão no próprio islamismo, a perversão teocrática muçulmana que promete devorar cristãos, judeus, infiéis de toda a espécie, negros e brancos, mulheres sem véu ou a música que os atormenta; é esse o seu programa, escrito e publicado. O primeiro alvo deve ser essa galáxia de pregadores radicais espalhada por todos os países da Europa, de Granada a Finsbury Park; eles reduziram o Corão à espada e ocupam o vazio de onde a Europa se ausentou.

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