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Serviço público, sem dúvida.

por FJV, em 16.04.13

Transcrição de um diálogo (em duas partes) para o estabelecimento de uma verdadeira solução para os problemas de Portugal, tendo em conta várias variantes volúveis. No Macambúzio.

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Harmonia, acorde, recordação.

por FJV, em 16.04.13

Colin Davis na grande «Last Night» dos Proms, no Royal Albert Hall, 1968.

 

Por motivos que não vêm a propósito – nem hão de vir, tal é o meu pessimismo –, é mais fácil o mundo festejar um «vídeo viral» com as inanidades de um adolescente a precisar de dois estalos, do que maravilhar-se diante da beleza extrema e perigosa de uma orquestra dirigida por Colin Davis, especialmente se se trata de Mozart, Berlioz ou Sibelius. A minha ignorância musical aumentou em 2008 quando assisti ao concerto da Sinfónica de Londres (Schubert) em Lisboa, sob a sua direção comovente e rigorosa: tudo o resto parecia desinteressante, ao pé daquela bênção deslizando de cada acorde, de cada harmonia ou evocação. A vida de Colin Davis (nasceu em 1927) esteve quase sempre ligada à Sinfónica de Londres e tenho pena de nunca o ter visto dirigir na Royal Opera House. Não poderei fazê-lo, porque Sir Colin Davis morreu no domingo passado. No céu, foi recebido por uma plateia de melómanos.

[Da coluna do Correio da Manhã]


Aqui, Colin Davis nos Proms de 2000, Requiem de Berlioz (Grande Messe des Morts, Op. 5).

Ainda nos Proms, mas de 2011, a «beleza extrema» da Missa Solene de Beethoven.

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