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Mo Yan.

por FJV, em 12.12.12

É fácil, a partir do Ocidente da imprensa livre e da internet acessível, chamar «fantoche do regime» ao chinês Mo Yan, prémio Nobel da Literatura deste ano, sobretudo depois de ele se ter recusado a assinar uma petição pela liberdade do autor e compatriota Liu Xiaobo (Nobel da Paz de 2010). Os livros de Mo Yan denunciam as arbitrariedades da história e da política, o sofrimento dos pobres e a brutalidade do regime de Mao – e não deixam de ser belos livros, apesar de serem agora desvalorizados por autores e intelectuais (alguns deles) que em outras circunstâncias apoiaram ditaduras que estavam na moda e líderes sanguinários celebrados como «heróis» (nomeadamente o próprio Mao). Compreende-se o horror causado pela ligação de Mo Yan ao regime, mas é bom lembrar que é fácil pedir coragem à distância.

[Da coluna do Correio da Manhã]

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Choque e pavor.

por FJV, em 12.12.12

Esta é uma das peças mais divertidas da imprensa de hoje: o descontentamento socialista com Hollande depois de, há cerca de meio ano, a eleição de Hollande significar uma «mudança radical» nos destinos da Europa e, portanto, de Portugal. Nem o ministro do «redressement productif», Arnaud Montebourg, será absolvido. 

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