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Série Literatura Geral. Artaud.

por FJV, em 31.08.10

 

Bahaus, «Antonin Artaud»
[por sugestão do Segismundo]

 

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Portugal visto do centro da Europa.

por FJV, em 31.08.10

Luís Naves é uma das pessoas que melhor conhece a Mittleuropa. Leiam o texto que começa por aí mesmo.

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Acasos, 37.

por FJV, em 31.08.10

 

John Lee Hooker, «One Bourbon, One Scotch, One Beer»

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Obrigados.

por FJV, em 30.08.10

Ao Miguel e ao Afonso (ena, Afonso, e logo a Ínsua, logo um dos vértices do meu polígono estratégico).

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Nanny state.

por FJV, em 30.08.10

Eu, por acaso, tenho dúvidas. Há, evidentemente, um aspecto importante: o da intromissão do Estado na esfera da vida familiar, retirando as crianças à «tutela» dos pais, uma medida extrema que os pedagogos do Estado gostam sempre de exibir para anunciar o seu poder e o seu alto discernimento. Acontece que essa «tutela» é exercida sobre crianças, que não são parte igual numa relação familar. Ao verificar-se uma situação de maus tratos, as autoridades têm o dever de intervir; o fomento da obesidade pode ser considerado mau trato. Os modernos pedagogos do Estado apreciam muito matérias como educação alimentar ou sexual – mas gostava de vê-los actuar em situações de fome real, violência e abandono. Basta, para isso, ir às escolas nos arredores de Lisboa e Porto, onde é fácil fazer o recenseamento de crianças sem pequeno-almoço e almoço, ou com pais que não existem, pura e simplesmente (vestem a mesma roupa ao longo da semana, não fazem os trabalhos de casa, estão doentes sem saber, ou estão doentes mas não são tratados, por ignorância ou desleixo familiar). A obesidade assusta; é feia; é uma doença social; esteticamente pode ser repulsiva. Parte do trabalho podia, em muitos casos, ser feito na escola (mais uma tarefa dos professores — alguns já a cumprem sem serem «enquadrados» pelas autoridades). Mas há aqui outro problema, o da licença de uso e porte de criança e o da adolescentização progressiva de alguns pais. Tenho dúvidas sobre isso.

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Adop.

por FJV, em 30.08.10

O jornalista do Público, Hugo Daniel Sousa, conclui e bem: «Falta agora saber se, com o técnico suspenso por este período, a direcção da Federação Portuguesa de Futebol avançará para uma rescisão do contrato de prestação de serviços do técnico, alegando que ele não tem condições para se manter no cargo.» Uma pessoa dá por si a apoiar Queiroz, só pela forma como este processo decorre.

Ou seja: o homem é castigado com um mês de suspensão; a Adop (Autoridade Antidopagem de Portugal, um organismo governamental) não concorda com o castigo; por isso, avoca o processo; julga-o à porta fechada; e castiga o réu como entende. As coisas têm de funcionar assim? Quem julga a Adop?

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Isso.

por FJV, em 30.08.10

Sobre o novo disco dos Arcade Fire. Isso mesmo.

 

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Pequenas maltrapilhices.

por FJV, em 30.08.10

Escrevi aqui, ontem, sobre umas declarações de André Villas-Boas acerca da saída de Raul Meireles para o Liverpool. Acusei Villas-Boas de cometer um erro de paralaxe (um eufemismo) por ter afirmado que «o FC Porto tem melhores soluções para o meio-campo do que Raul Meireles». Estas coisas devem analisar-se à lupa, evidentemente, mas há aqui uma maltrapilhice ou do Público ou da Agência Lusa. A primeira reacção foi achar estranhas as declarações de Villas-Boas; a passagem de Meireles para o Liverpool, muito embora «equilibre as contas do Fc Porto», não devia ser tratada com essa ligeireza e desprendimento — trata-se de uma grande memória do clube, tal como Domingos, ou Jorge Costa, Deco, Bruno Alves, Lucho, Lisandro, etc.

Hoje, um amigo (benfiquista) alerta-me para o erro de composição (do Público ou da Lusa, resta saber) dessa frase que Villas-Boas, afinal, nunca pronunciou nem deu a sugerir. Villas-Boas afirmou que o FC Porto tem «soluções tão importantes e tão decisivas como o Raul», mas não «tanto ou mais decisivas que o Raul» como vem escrito no despacho. Estão aqui as declarações, com som (também aqui).

 

P.S. - Curiosamente, o site da Rádio Renascença transcreve um texto semelhante ao da Lusa, embora publique o vídeo onde Villas-Boas não diz o que o texto diz que ele disse.

 

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Charlie Parker.

por FJV, em 30.08.10

Não era apenas jazz. Charlie Parker, ‘Bird’, não era apenas jazz – e teria festejado ontem 90 anos (se não fosse a morte prematura aos 34, em Nova Iorque). Apesar da vida breve, desregrada e trágica, Charlie é, ainda, o mestre sobre todos os mestres – o som do saxofone nunca mais foi o mesmo depois de tocar ‘Ornithology’ ou de reunir Max Roach, Miles Davis e Dizzy Gillespie para tocar ‘Billie’s Bounce’, em 1945. Há quem mencione Parker como a viragem do jazz, a fronteira entre o jazz como elemento decorativo e maior intensidade na interpretação e composição. Talvez seja injusto para os músicos anteriores, mas sem ‘Bird’ o jazz não seria o que hoje é ou o que foi até hoje. Ninguém sabe o que ele tocaria com 80 anos, mas seria decerto muito bom.

[Na coluna do Correio da Manhã.]


 

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Série Literatura Geral. E também Walt Whitman.

por FJV, em 30.08.10

 

Billy Bragg & Wilco, «Walt Whitman's Niece»

 

 

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O cantinho do hooligan. Já está.

por FJV, em 29.08.10

 

Cinco golos em dois jogos.

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O cantinho do hooligan. Calma, rapazes, calma outra vez.

por FJV, em 29.08.10

 

Há uma semana. E hoje

 

Andei uma semana a defender Roberto (aqui e n’ A Bola); escolhê-lo como bode expiatório foi uma boa estratégia, conveniente para distraídos e optimistas históricos que nunca aceitariam beliscar a honra perdida do «maior do mundo». Em 22 minutos, Roberto transformou-se em herói e já não é candidato a herói de um novo 1.º de Dezembro. Calma, rapazes, calma. Uma coisa é proceder ao fuzilamento sumário do rapaz (para fazer esquecer o trambolho operado por Jesus); outra, é exumar os seus restos mortais para o transformar em bentinho. Salvo seja.

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Paralaxe.

por FJV, em 29.08.10

André Villas-Boas cometeu o chamado erro de paralaxe. Desvalorizar Raul Meireles não é a mesma coisa que valorizar o actual plantel do FC Porto. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O problema é a distância do observador; Villas-Boas não devia menosprezar os que acham Raul Meireles um jogador que faz parte do seu FC Porto. Gostava que mantivesse essa distância.

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Alá, Deus, Javeh.

por FJV, em 29.08.10

Agnósticos, ou indiferentes, que eu conheço e que escrevem nos jornais — refiro-me a pessoas que se podem citar numa discussão, num debate —, têm cuidado com o que dizem. Alguns com tom de respeito. Não é coisa tão criticável, esse respeito, porque se trata de religião, uma nuvem que paira sobre os dicionários, o léxico, a gramática, os usos de linguagem. Não criticar a religião, criticar o que se faz em seu nome — é o mandamento número um. Assim, «ninguém» pode criticar o Islão, mas «o que se faz em seu nome», como se «o que se faz em seu nome» não tivesse a ver com o Islão. Admito que há um certo bom-senso na escolha, porque o problema, mesmo, é a confusão entre religião e política. O Islão e a política dão-se mal. Também se dão mal o cristianismo e o judaísmo, apesar de tudo, não fosse a possibilidade do laicismo. Um regime comandado pelos ortodoxos de Mea-Shearim, mesmo que tenha os Neturei Karta como um agrupamento folclórico, só se recomendava a certas pessoas e, mesmo essas, nem as que dançam em êxtase em nome de Baal Shem Tov. O messianismo republicano dos EUA não faz bem à saúde e o catolicismo irlandês tanto serve A Filha de Ryan e os bandoleiros do noroeste, como os loucos que encontraram a redenção depois do pecado (os piores). Quanto mais longe da urna de voto, melhor. A religião devia ser uma diáspora permanente (tefutzah). Talvez assim se tratassem fenómenos aparentemente religiosos como homicídio, tortura, violação, crueldade — e não houvesse desculpas. Por exemplo, a lapidação é a lapidação — não tem a ver com nenhuma tradição (religiosa) aceitável.

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Série Literatura Geral. Livros de todos os dias.

por FJV, em 29.08.10

 

Elvis Costello, «Everyday I Write the Book»

 

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5.º Aniversário.

por FJV, em 28.08.10

O Origem das Espécies assinala hoje o seu 5.º aniversário. Nada mau.

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Série Literatura Geral. Silvia Plath.

por FJV, em 28.08.10

 

Ryan Adams, «Sylvia Plath»

 

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Série Literatura Geral. Edgar Allan Poe.

por FJV, em 28.08.10

 

Antony & The Johnsons, «The Lake»

Um poema de Edgar Allan Poe.
[Sugestão do Nuno Lima, o traidor do rock‘n roll]

«In spring of youth it was my lot
To haunt of the wide world a spot
The which I could not love the less-
So lovely was the loneliness
Of a wild lake, with black rock bound,
And the tall pines that towered around.»

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Série Literatura Geral. Segue para Kurt Vonnegut.

por FJV, em 27.08.10

 

Born Ruffians, «Kurt Vonnegut»

[Por sugestão do Segismundo, que juntamente com o Nicky Florentino e o Bruce Bílis, mantém o Albergue dos Danados.]

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Série Literatura Geral. Os amadores de livros.

por FJV, em 27.08.10

 

The Divine Comedy, «The Booklovers»
[Por sugestão do Francisco Mendes da Silva, que publica a letra no blog – e também do Rui P J.]
The Kingston Trio, «Mark Twain»

[Igualmente por sugestão do Francisco, a quem agradeço muito os links.]

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Série Literatura Geral. Tudo vai dentro dos livros.

por FJV, em 27.08.10

 

Belle & Sebastian, «Wrapped Up In Books»

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Eh lá.

por FJV, em 26.08.10

Bravo, Sporting.

 

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Série Literatura Geral. E também Jack Kerouac.

por FJV, em 26.08.10

 

The Go Betweens, «The House Jack Kerouac Built»
O que começou por ser uma brincadeira ameaça transformar-se numa série. Primeiro com Rachel Bloom a homenagear Ray Bradbury; depois, com Sufjan Stevens e a sua canção sobre Saul Bellow. O Miguel Noronha lembrou, e bem, esta homenagem dos Go Betweens a Jack Kerouac (obrigado, Miguel). Há mais, vêm aí a seguir.

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E agora, Saul Bellow.

por FJV, em 26.08.10

 

Sufjan Stevens, «Saul Bellow»

 

Depois do vídeo de homenagem a Ray Bradbury, deixo-vos uma homenagem a Saul Bellow — a canção de Sufjan Stevens. E, abaixo, as capas de Morrem Mais de Mágoa (publicado em Maio passado) e de As Aventuras de Augie March (que sairá daqui a umas semanas, em Setembro — seiscentas páginas fatais):

[Capas de Rui Rodrigues, Quetzal]

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Papelaria.

por FJV, em 26.08.10

O encerramento da Papelaria Fernandes estava decretado há muito, não sei se por má gestão, se por exorbitância do crescimento — ou se pelo «depressa dos tempos». Eu visitava a PF para comprar tinta, lápis, papéis e blocos. Já não havia a colecção de canetas de tinta permanente a preço médio; os blocos eram maus e pouco originais; às vezes não havia os marcadores que eu queria. Mas era outro tempo, esse, quando vim de uma cidade de província e descobri «os materiais para escrever» de uma grande papelaria. Lápis, aparos, canetas, tintas, blocos, cadernos, papéis soltos de qualidades muito diversas. A minha mochila de inter-rail vinha carregada de cadernos suecos, alemães e holandeses (os meus colegas mais «franceses» usavam os sucedâneos Gilbert Le Jeune), de capas grossas e papéis densos. Na falta destes, e muito antes de Luis Sepúlveda me ter oferecido o primeiro Moleskine (a revista LER, há muito tempo, antes do sucesso de Sepúlveda, já publicava textos do chileno), os cadernos da Emílio Braga serviam perfeitamente, com as suas capas negras e lombadas vermelhas, até ter descoberto — em Guimarães — a maravilhosa Livraria & Papelaria Lemos, com os seus blocos encadernados com guardas de couro e papel almaço de 90, 100 e 120 grs. Depois disso, encomendei cadernos na Livraria & Tipografia Beira-Douro, na Régua, onde se imprimia (a chumbo) o Notícias do Douro e onde se guardava uma cadeira para «o sr. dr.», e «o sr. dr.», que conheci, era um homem amável na relação com os outros e quezilento em matéria literária, João de Araújo Correia. Houve mais, mas antes: na Tipografia A Gutemberg, em Chaves (a mesma que vendeu a primeira máquina de escrever a Fernando Campos, uma Olivetti Lettera 25, com que mais tarde escreveu A Casa do Pó — tive uma, oferta do meu pai, anos depois, e verifiquei que Fernando Assis Pacheco matraqueava — com dois dedos apenas — numa idêntica, quer no Diário de Lisboa, quer no O Jornal), encomendavam-se blocos à medida, com encadernação à escolha. Um amigo, António Villanova, teve a sorte de o pai lhe juntar a colecção de cento e tal exemplares de O Falcão com as histórias do Major Alvega (Jaime Eduardo de Cook e Alvega, aviador luso-britânico) e de a mandar encadernar na A Gutemberg com uma correcção próxima da bibliofilia (à razão de dez números por volume, cartão marchetado de 300 grs., com lombada de linho e guardas de crepon de 120 grs. — uma preciosidade). A Tipografia Azevedo, nos arredores da cidade, também se encarregava de formar blocos com restos de papel, mas a escolha era mais criteriosa (o proprietário era um retornado de Luanda) e foi a primeira vez que passei os dedos em papel Conqueror. Mas, repito, nada como a Livraria & Papelaria Lemos, de Guimarães, onde o meu compadre Manuel Hermíno Monteiro e Miguel Bastos (o livreiro da Castil Alvalade) também se abasteciam, antes de dar uma volta pelos alfaiates do centro (de onde voltavam ora com suspensórios, ora com camisas encomendadas e desenhadas à medida). Isto até ter descoberto uma loja em Estocolmo, onde, de mochila às costas, à espera de um comboio nocturno, entrei para ver cadernos; escolhiam-se os papéis, o número de folhas de cada bloco, a encadernação — e estavam prontos no dia seguinte. Encomendei e voltei lá uma semana depois (vantagens do inter-rail da época), recolhi-os e ainda tenho um desses cadernos. Vinte anos depois regressei à mesma loja e fiz uma encomenda idêntica. Escrever em cadernos é um prazer cada vez maior. Muita gente descobriu-o ou redescobriu-o com o sucesso dos Moleskine (periodicamente vou a Leiria, à Livraria Arquivo, onde há todos os modelos, todos os formatos, e todas as possibilidades de encomenda) — e é uma forma de resistir ao teclado permanente que cerca as nossas vidas. Por isso, o encerramento da Papelaria Fernandes é também o fim de uma época. Durante anos, a Fernandes tratava mal os seus clientes e não percebeu que o mundo ia mudar. Nos últimos anos, não tinha um único bloco que apetecesse comprar. Mas enfim, é uma época.

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Acasos, 36.

por FJV, em 25.08.10

Jimi Hendrix, «Little Wing»

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Ray Bradbury faz 90 anos.

por FJV, em 25.08.10

 

 

 

A canção de Rachel Bloom serve de homenagem ao escritor, que cumpriu 90 anos anteontem. Abaixo, a reacção de Ray Bradbury ao ver o vídeo que Matt Edward lhe mostrou.

 

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Uma vingança trágica.

por FJV, em 25.08.10

«Adolf Hitler is likely to have had Jewish and African roots.» No The Daily Telegraph.

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Fronteiras da ficção.

por FJV, em 25.08.10

A literatura sobre a guerra colonial (a que agora sucede, finalmente, uma memória dos portugueses sobre África) teve momentos altos. António Lobo Antunes abriu caminhos originais nessa onda de romances que tentaram o retrato de uma época e de um trauma. Era necessário, até para que nos pudéssemos confrontar com o passado. Mas uma coisa é a aventura literária – e os testemunhos pessoais que ela transporta. Outra, diferente, é a falsificação que desfigura o registo real da guerra. A literatura sempre viveu de excessos – mas os homens verdadeiros vivem da sua memória, das suas feridas e da sua experiência. O conflito entre antigos militares e os relatos de Lobo Antunes tem a ver com isso. Se a literatura se coloca na trincheira da história, tem de respeitar a história.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

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Tablao.

por FJV, em 24.08.10

Estava a trabalhar e não pude ver o jogo — habitualmente, nestas condições, oiço pela rádio. A RR não transmitia (um absurdo) e não conseguia, pelo computador, escutar as emissões ou da TSF ou da Antena Um. O remédio foi ouvir uma estação de rádio espanhola, a Cadena SER. Foi até ao 0-2. Houve um problema qualquer no «stream» e procurei outra, a Radio Sevilla FC – que outra podia ser? Foi o golo de Fabiano. Daí em diante, já na Cadena SER outra vez, festejei a vitória do SC Braga a ouvir os comentários e a narração em espanhol. Soube melhor. Um grande jogo, vi depois o resumo; um grande treinador. Ia a escrever treinaor, como se pudesse ter ressonâncias andaluzas. Um entrenaor no tablao.

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