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O cantinho do hooligan. Aqui vai.

por FJV, em 28.02.10

Belo jogo do Sporting. Patético — e até imerecido — adeus de Jesualdo; mas é.

 

O jogo correu mal desde o princípio, com um atraso evidente: aos 40', Jesualdo devia ter substituído imediatamente Mariano (por quem, é outro problema). Depois do golo de Izmailov, muito bom, não havia muito a fazer numa equipa que mostrava o entusiasmo e a energia de uma manada de bois. O resto são minudências que podem ter interferido com o resultado final (hoje não vou entrar em contabilidade) mas que não afectam o tom geral. Boa vingança do Sporting, que tem agora a responsabilidade e o dever de ganhar aos lampiões, seja de que maneira for. Quanto a Jesualdo Ferreira, a mensagem só pode ser a do hooligan: gostámos muito, mas o melhor é preparar a retirada. E os prediguers podem fazer as malas.

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A vida é difícil mas o bloco central continua, 2. (Questões narrativas.)

por FJV, em 24.02.10

Qualquer leitor de romances policiais ou de thrillers de ficção política e espionagem sabe que uma das regras é haver bons e maus. Isto vai um pouco contra o espírito da época, mas é a única forma de funcionar, uma vez que os leitores têm todos os maus vícios do costume. Com o andamento da narrativa, começa a haver, digamos, nuances. Aí entra «a habilidade» do autor: no campo dos maus há variantes boas do género humano e, no campo dos bons, há casos fatais de mau carácter. Até aqui, é uma questão de técnica — depois da clareza inicial, a turbulência e as pequenas variantes. É isto que obriga o leitor a querer ler até ao fim. Quando o leitor pensa que tudo está a caminho de ser esclarecido (efeito James Ellroy, que é, também, o efeito Larry McMurtry ou Kurt Vonnegut ou Elmore Leonard — aqui, por causa dos diálogos, que são muito bons), alguém tem a tentação de imaginar um jogo em que os papéis de bons e maus podem inverter-se. A ideia é a de criar uma instabilidade total no leitor: então, quem tem razão? Em autores que são adaptados ao cinema, costuma haver — neste ponto — um dos maus que se suicida por não conseguir suportar a pressão nem a verdade, ou um mau que é sacrificado para dar a ideia de que a justiça sempre triunfa. É então que convém relembrar o diálogo entre o tenente Kaffee e o coronel Jessep (Tom Cruise e Jack Nicholson): «You want answers?» «I want the truth.» «You can't handle the truth! You have the luxury of not knowing what I know.» Um modelo de clareza: sabe-se que o mau não só é cínico como sabe que é cínico e que o mundo não vai lá assim. E o leitor que toma partido pelo bom dá-se conta de que é um nadinha idiota ou, pelo menos, ingénuo. Vai-se a ver (no fundo, Philip Marlowe sempre suspeitou que o Coronel Sternwood, em À Beira do Abismo/The Big Sleep, sabia a verdade), o bom deixou que o mau actuasse porque isso lhe garantia o traje completo para entrar na galeria dos bons. E ainda a história vai a meio.

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A vida é difícil mas o bloco central continua.

por FJV, em 24.02.10

Se há coisa que isto prova é o amor eterno do bloco central pelos negócios do Estado. Nunca como agora é evidente a necessidade de mudar de gente para, também, mudar de mistificações. Tenham fé, tenham.

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Continuação.

por FJV, em 24.02.10

Eles não mudam. Eles insistem. Eles continuam com o folclore. Eles são acusados em vão.

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Coisas absurdas mas pode ser que em França eles sejam assim e tal.

por FJV, em 24.02.10

Sexo oral e tabaco.

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Bolaño | O Terceiro Reich. Faltam, pois, dois dias.

por FJV, em 23.02.10

Primeira tradução mundial.

 

Lançamento nacional na Póvoa de Varzim, nas Correntes d'Escrita, noite de quinta para sexta, às 24h00, no Bar da Praia — junto do hotel Axis Vermar. Rock afinado pela literatura de Roberto Bolaño, com o DJ Irmão Lúcia.

Lançamento em Lisboa, no MusicBox, ao Cais do Sodré, dia 5 de Março, à 1h30.

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Dois livros que recomendo sempre, e uso sempre.

por FJV, em 23.02.10

Um livrinho? Façam o favor de não acreditar nesta modéstia; é um grande livro. Tanto este, como este.

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Silêncio, compaixão, ajuda e pudor.

por FJV, em 21.02.10

 

 

A tragédia só tem um nome: tragédia. A força da natureza destruiu uma parte desse equilíbrio entre ela mesma e o povoamento da Madeira. Uma das mais belas cidades portuguesas, ou a mais bela, o Funchal, ficará abalada durante muito tempo por essa tragédia. Ao recordar a beleza profunda, irremediável e fantástica dos seus cerrados, das suas florestas, picos, falésias, do seu rumor ilhéu, não se pode senão ficar do lado dessa gente orgulhosa que sofre com o isolamento e a claustrofobia – e, agora, com a destruição. Mais tarde, poderemos discutir o ordenamento, a ocupação do território, o urbanismo. Agora, silêncio, compaixão, ajuda e pudor. Mesmo se a memória nos atraiçoa em nome da beleza transitoriamente perdida do Funchal, uma varanda humana e luminosa sobre o mar.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

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Se me apetecer.

por FJV, em 21.02.10

O senhor procurador-geral fala amanhã «se assim o entender» («fez chegar ao DN esta informação: ˜Respondo segunda-feira se assim entender.˜»). Se lhe apetecer, vá lá. Se vir que vem a propósito ou que está para aí virado. Se cogitar que é melhor. Se quiser. Se deduzir que. Se assentar em que. Se tiver, finalmente, o entendimento de que lhe fica bem. Que do país — essa coisa, ali ao lado — lhe façam perguntas, é uma coisa; que essas perguntas sejam importantes, enfim. É extraordinário. Ou não. Como diz o nosso bom Almocreve, «estados d'alma, ferros curtos».

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Meus livros amados, como trepadeiras sobem, apinhados, paredes inteiras.

por FJV, em 21.02.10

Na coluna da direita do site da Livraria Artes & Letras há um poema de Alexei Bueno sobre isso mesmo, livros: «Meus livros amados,/ Como trepadeiras/ Sobem, apinhados,/ Paredes inteiras.// Alargam seus flancos/ Por cômodos, quinas,/ E erguem-se em barrancos/ Fabricando esquinas.» Leiam todo; há fulgores clássicos que nunca passam.

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O cantinho do hooligan. O túnel ao fundo da luz.

por FJV, em 21.02.10

O grupinho de Carnide e Sete Rios bem pode ir fazendo contas e aconchegando a nuca. Já aí vamos, descansem. Podem aguardar no túnel.

De resto, com extremos e laterais a funcionar, três homens na frente e cinco golos, Jesualdo não precisa muito de falar de processos, sistemas, métodos e arquitectura.

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E Deus Criou a Mulher. Obrigado.

por FJV, em 21.02.10

O Miguel Marujo, com o seu bom gosto habitual, homenageou o Origem das Espécies com Hannah Hilton.

Miguel: depois dou-te uma palavrinha.

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Reerguer.

por FJV, em 21.02.10

 

Madeira.

Laura Abreu Cravo sobre a Madeira.

Ferreira Fernandes: «Com a tão nossa e querida ilha.»

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Ética e liberdade e comissão de inquérito. Tudo na Bimby.

por FJV, em 20.02.10

É visível, finalmente, que o debate sobre a liberdade de expressão no Parlamento está a seguir o  caminho esperado, o da dissolução pura e simples. A liberdade de expressão — reduzida à questão da «liberdade de imprensa» — não é coisa para discutir no parlamento, entre pares com telhados de vidro e departamentos de comunicação & imprensa. Chamar este ou aquele, ouvir considerações, exemplos que dão vontade de rir, proclamações de ética geral, é mais do que metade do caminho para não chegar a lado nenhum. Ora, não chegar a lado nenhum, se não me engano, é coisa que favorece o estado de coisas. Para quem criticou a declaração do primeiro-ministro, bem pode limpar as mãos na parede. Ficámos cientes. Mas, pior do que isso, é transformar epifenómenos políticos em tramóias criminais e juntar tudo na Bimby. Velocidade turbo.

[Também aqui.]

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Parábola.

por FJV, em 19.02.10

No Brasil, o escândalo do mensalão e o processo judicial que se lhe seguiu foi a crise mais séria do governo de Lula. As autoridades tentaram impedir a imprensa de publicar escutas; mesmo assim, não era e não foi necessário (até que foi pedido, judicialmente, que certos jornais fossem impedidos de dar notícias sobre fulano e cicrano — situação que ainda se vive, creio eu, no Estado de São Paulo). O PT, o partido de Lula, além das organizações leninistas que o acompanham (a CUT, o MST, etc.), lançaram os piores ataques contra a imprensa (sobretudo a Veja, a Folha de S. Paulo e o Estadão), com os militantes, irados, queimando jornais e revistas na rua. Nada feito. A imprensa tinha feito o trabalho de casa e é justio dizer que nenhum jornal português lhes chega aos calcanhares. A cada mentira dos dirigentes do PT, apareciam fotos e documentos que os desmentiam. Lula nunca foi atingido; Lula não sabia de nada, Lula era inatacável. O tesoureiro do PT foi demitido e cassados os seus direitos políticos. José Dirceu, ministro da Presidência, cujo gabinete ficava ao lado do de Lula, foi demitido e cassados os seus direitos políticos. Lula não sabia de nada e falava de uma campanha contra o filho eleito do povo. José Genoíno, presidente do PT, foi demitido. Lula era inocente, apesar das dúvidas da imprensa e de manifestamente ser impossível que não soubesse de nada, se os personagens pertenciam ao núcleo duro do seu governo, se se encontrava com eles todos os dias, se lhes telefonava a qualquer hora do dia e da noite, se trabalhavam ao seu lado. Lula nunca soube de nada. O povo tinha mais com que se preocupar. Às vezes, o povo pode querer que as coisas sejam assim mesmo.

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O cantinho do hooligan. A justiça do Costa e o túnel processual.

por FJV, em 19.02.10

O CD da Liga vai anunciar, mais logo, e com pompa, os castigos aplicados a Hulk e Sapunaru. Já se sabe quais as penas. O CD da Liga ouve os réus como nos tribunais plenários do regime anterior, com a agravante de não lhes dizer de que são acusados; demora o tempo que quer; e, finalmente, delibera quando lhe apetece. Por exemplo, Lisandro, que já está no Lyon, chegou a cumprir o castigo? Se Hermínio Loureiro quer, de facto, mudar a Liga, tem de explicar aos cavalheiros o que é a independência dos tribunais. Mas temo que seja tarde demais.

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Plágio.

por FJV, em 19.02.10

J.K. Rowling, a autora da saga de Harry Potter, foi novamente acusada de plagiar um livro de Adrian Jacobs. O problema não é esta acusação; é que o mundo de Harry Potter é o de muitas histórias juvenis onde o maravilhoso se cruza com a demanda de justiça e de perigo. O mundo das férias grandes seria o mesmo depois de Enid Blyton e das histórias de Os Cinco? As histórias de vampiros, que vêm do fundo dos tempos, passam por Bram Stoker, Dumas, Anne Rice e Stphennie Meyer – o que plagiam? Quantas vezes foi Homero plagiado? Lawrence Sterne, o autor do prodigioso Tristram Shandy, foi plagiado por Garrett ou Machado de Assis? A Bíblia e o Corão foram plagiados’ quantas vezes? O problema é este: a literatura é uma corrente sem limites, cruzando várias vezes o mesmo caminho e os mesmos esconderijos.

[Na coluna do Correio da Manhã]

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Ética.

por FJV, em 19.02.10

Se dúvidas houvesse sobre o que escrevi aqui, os resultados das «audições» na comissão de ética, pelo menos até agora, são risíveis — e despropositados. Há assuntos que só se discutem no seu lugar.

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Comissões.

por FJV, em 19.02.10

Com o devido respeito, nem todas as questões políticas estão sujeitas a escrutínio parlamentar e a comissões de inquérito (nascidas de maiorias flutuantes) já suficientemente desacreditadas. A ideia de discutir a ‘liberdade de expressão’ no parlamento é uma pequena vingança que pode sair furada ou afogar-se no meio do ruído e da guerra governo-oposição. Os portugueses, infelizmente, não são muito sensíveis às questões de liberdade de imprensa nem de direitos cívicos; conformam-se. Há demasiados jornais proibidos, perseguidos e odiados na nossa história. O poder aproveita essa tradição iliberal portuguesa e reduz o problema a inveja, maledicência e conspiração; a oposição, que tem telhados de vidro, nem sempre escolhe bem o terreno onde pisa. O debate devia ser cá fora.

[Na coluna do Correio da Manhã]

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Ler e então.

por FJV, em 18.02.10

Notas de leitura.

[Sim, que está ali a fazer a Nigella?]

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Comunicação ao país.

por FJV, em 18.02.10

Ficámos cientes. Muito obrigado.

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O cantinho do hooligan. Em tempo.

por FJV, em 18.02.10

De resto, para os mais descrentes e reticentes, aviso que um golo destes, o de Radamel Falcao, a passe de Ruben Micael (com a devida protecção do árbitro – que, com Micael, esbracejou para que Sol Campbell não desse os dois passos da ordem) não é de todos os dias. É para aprenderem. Foi assim que o Arsenal marcou ao Chelsea; foi assim que um dia fomos eliminados pelo Bayern. Entrámos na alta-roda do futebol europeu. Foi pena não ter sido depois dos noventa.

 

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O cantinho do hooligan. Enganos, fonética & fonologia.

por FJV, em 18.02.10

1. No princípio do jogo, comentador tinha o calendário sabido: depois de passar esta eliminatória, o Benfica tem o jogo com este e com aquele, depois é o sorteio e tal, foi bem vista esta antecipação com a U. Leiria, etc., bem pensado, bem pensado. No fim, o homem criticava o Benfica porque se prejudicou com uma pose de vencedor prematuro, de superioridade, etc. Às vezes, nem é o Benfica, portanto; são mesmo eles, que nem disfarçam.

2. Na rádio é mais claro. Os narradores e comentadores transformam o Benfica num clube de vogais abertas e consoantes brutas: antigamente eram Cámácho, Mákukula, Dávid Suázo, Máxi, Nuno Ássis. Depois Dávid Luiz, Di Máría, Cárdozo, Rámires, Rávier Sáviola, Rávi Gárcía, Páblito Áimár.

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Campo de’Fiori.

por FJV, em 17.02.10

Giordano Bruno morreu na fogueira da Inquisição há exatamente 410 anos, cumpridos hoje. Ele acreditava que o mundo era infinito e plural e que os sinais invisíveis da criação não podiam ser explicados com os dogmas católicos da época. Preso em 1592, só em 1600 o antigo dominicano foi finalmente sentenciado e as suas cinzas perdidas no Campo de’ Fiori, em Roma. Aproximadamente no mesmo lugar onde hoje está a estátua erguida em sua honra, enfrentando as cúpulas e os muros do Vaticano, e rodeada de símbolos herméticos. Nem todas as cinzas dos seus livros se perderam nesses derradeiros oito anos de cativeiro e de tortura. O que sobreviveu é o bastante para o desenhar como um sábio, um heterodoxo e um perguntador. Crimes suficientemente graves para a memória da Inquisição.

[Na coluna do Correio da Manhã.]

 

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Está tudo muito bem, mas isto acabou de chegar. Ainda está fresca, a tinta.

por FJV, em 17.02.10


 

O Terceiro Reich, de Roberto Bolaño. Sai para as livrarias a 26 de Fevereiro.

Primeira tradução mundial.

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O detective, finalmente. Galeria.

por FJV, em 16.02.10

O Sr. inspector Isaltino de Jesus em acção.

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Não se pode fazer um ponto da situação.

por FJV, em 16.02.10

Depois de ler esta peça, é evidente que o país entrará em espiral, em ritmo lento, consumindo-se devagar entre eleições para o PSD (um fenómeno), vida interna do PS (outro), eleições presidenciais e o campeonato de futebol. Isto não é ligeireza nem desinteresse. Evidentemente que estou de acordo com o Luís M. Jorge: não eram precisas «as escutas» para ver o óbvio. O óbvio é o óbvio — vem todos os dias nos jornais e basta fazer uma leitura da propaganda dos últimos três anos para o perceber. Não é preciso invocar conspirações extraordinárias; o puzzle está ao alcance de qualquer um e até do embaraço dos apaniguados. O argumento de que o país votou assim e que não se pode fazer nada contra isso não me comove extraordinariamente. Transformá-lo em república de juristas, debulhando o segredo de justiça (que flutua bastante, basta lembrar), discutindo pequenas censuras, e as conveniências de advogados e defensores da ordem, é o pior que nos pode acontecer. O problema do país não é jurídico nem legal — é político. Não é preciso ler o Sol nem as decepcionantes defesas oficiosas do regime, e do centrão, para o perceber. Desde há três anos que o problema é mais vasto. É a indiferença do país (tanto em relação ao endividamento externo de 177 mil milhões, como à propaganda e à mistificação, como a questões elementares de direitos e liberdades); a impunidade do poder e do Estado; o carácter manhoso da corte que Sócrates espalhou por uma rede influente e distribuída pelo Estado e pelas corporações; a rede de interesses e compromissos que junta negócios, influência na imprensa e decisão política; um PSD pouco empenhado e, sobretudo, pouco hábil que espera que Sócrates caia de maduro. A gritaria não vai poupar ninguém.

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Ora aí estão os próximos episódios.

por FJV, em 16.02.10

Do género: eu disse. A guerra é a guerra.

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Pedagogia.

por FJV, em 16.02.10

Um texto de João Torgal alerta-nos para o maravilhoso mundo criado pelos super-pedagogos do Ministério da Educação.

(Via Insurgente.)

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Ler.

por FJV, em 16.02.10

Sensatez e aviso, segundo João Villalobos. Estas coisas nunca fizeram mal a ninguém. E, em política, são essenciais.

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